LUCAS DO RIO VERDE
Lucas Riders conquista 49 pódios na quarta etapa do Mato-grossense de BMX
LUCAS DO RIO VERDE
A equipe Viva Lucas – Lucas Riders segue mostrando bons resultados no trabalho com as categorias de base no BMX. No último final de semana, os atletas luverdenses foram destaques na quarta etapa do Campeonato Mato-grossense de BMX, realizada no município de Sorriso. Ao todo, foram 49 pódios conquistados, sendo 9 campeões, 11 vice-campeões e 7 terceiros lugares, além de resultados entre quarto a oitavos lugares, reafirmando o potencial da nova geração do esporte em Lucas do Rio Verde.
Os pilotos demonstraram comprometimento, técnica e garra ao longo da competição. Os resultados reforçam o excelente trabalho de base realizado pelo projeto Viva Lucas, promovido pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde.
Nesta etapa, a participação feminina teve um destaque especial com pódios em todas as categorias disputadas pelas atletas do sexo feminino. Na categoria Girls 11 a 13 anos, o pódio foi praticamente todo luverdense, com Manuely Gaboardi Rios conquistando o ouro, seguida por Sofia Fernandes, Eloa Victoria e Valentina Cecatto. Já na Cruiser Open Feminina, as cinco primeiras colocadas também foram de Lucas do Rio Verde, mostrando a força e a evolução constante das atletas locais.
Na base masculina, os pequenos também brilharam. João Pedro de Oliveira Souto foi campeão na categoria Boys 5 e 6 anos, enquanto Heitor Roger Pereira Dias conquistou ouros na categoria Cruiser até 12 anos e prata na categoria Boys 11 a 12 anos. O atleta Nathan Jaymes De Rocha também teve destaque ao vencer nas categorias Men 17 a 29 anos e Cruiser 13 a 29 anos.
“Com esse desempenho de alto nível e rendimento, os atletas seguem firmes na disputa do campeonato estadual e fortalecem o compromisso do Projeto Viva Lucas com a formação esportiva de base”, observou o secretário de Esporte e Lazer, André Matto.
Confira os resultados dos atletas luverdenses:
Pré-bike masculino
4º – Bernardo Stolarski da Silva
5º – Rafael Antonio Pereira Teixeira
Girls 8 a 10 anos
1º – Sofia Stolarski da Silva
2º – Evelyn Schneider Rus
4º – Mariana Sofia Silva Ferreira
5º – Emanuelle Dourado de Almeida
Girls 11 a 13 anos
1º – Manuely Gaboardi Rios
2º – Sofia Fernandes Mendes do Prado
3º – Eloa Victoria da Silva Santos
4º – Valentina Cecatto Presser
Girls 11 a 16 anos
1º – Karolina de Oliveira Félix
Girls 17 a 25 anos
1º – Maria Eduarda dos Passos da Silva
Boys 5 e 6 anos
1º – João Pedro de Oliveira Souto
3º – Luan dos Santos Figueiredo
Boys 7 e 8 anos
2º – Miguel Rândoli Campos
3º – Murilo de Passos Dias do Vale
4º – Murilo Fernandes Mendes do Prado
Boys 9 e 10 anos
2º – Antônio Gabriel Chitolina
3º – Nycolas Miguel Sá Penha
5º – José Miguel Mendes Cardoso
7º – Rafael Francisco Endlich Staskoviack
8º – Felipe de Souza Bauer
Boys 11 e 12 anos
2º – Heitor Roger Pereira Dias
3º – Leandro Silva Santos
4º – Luiz Felipe Lopo da Silva Lima
6º – Filipe Gabriel Farias Lima
7º – Pedro Arthur Alves Guimarães
8º – Miguel Dilschneider Ferreira
Boys 13 e 14 anos
2º – Lucas Varela Gomes dos Santos
4º – Ricardo Leoncio Marucci Neto
5º – Wanderson Santos de Sousa
6º – Luiz Otávio de Luca Dressel
Boys 15 e 16 anos
2º – Eduardo Farias dos Santos Colpo
3º – Luiz Gustavo Brun da Silva
5º – José Henrique Sá de Souza
6º – Lucas Augusto dos Passos da Silva
Men 17 a 29 anos
1º – Nathan Jaymes de Rocha
2º – Igor de Souza Figueiredo
Cruiser até 12 anos
1º – Heitor Roger Pereira Dias
2º – Leandro Silva Santos
4º – Antônio Gabriel Chitolina
5º – Luiz Felipe Lopo da Silva Lima
Cruiser 13 a 29 anos
1º – Nathan Jaymes de Rocha
Cruiser 30 a 39 anos
2º – Juliano Lopes Góis
Cruiser Open Feminina
1º – Karolina de Oliveira Félix
2º – Manuely Gaboardi Rios
3º – Eloa Victoria da Silva Santos
4º – Sofia Fernandes Mendes do Prado
5º – Maria Eduarda dos Passos da Silva
LUCAS DO RIO VERDE
Lucas do Rio Verde e o milho: a construção de um modelo que transformou produção em desenvolvimento
Lucas do Rio Verde construiu, ao longo das últimas décadas, uma trajetória que vai além da produção agrícola. O município consolidou um modelo baseado em conhecimento, planejamento e capacidade de transformação, tendo o milho como um dos principais pilares desse processo.
As bases desse avanço foram lançadas no início dos anos 2000, quando a Fundação Rio Verde iniciou os primeiros experimentos voltados à safrinha, hoje consolidada como segunda safra. Naquele momento, ainda sem a estrutura atual, a pesquisa agrícola no município partia de uma convicção simples: era preciso produzir mais milho.
Entre os estudos conduzidos, uma mudança técnica se mostrou decisiva. A redução do espaçamento entre linhas de 90 para 45 centímetros, aliada ao aumento da população de plantas, elevou a produtividade em até 50% sem aumento de custo. Inicialmente vista com desconfiança, a prática foi validada em campo e rapidamente se consolidou. Hoje, esse modelo é utilizado em praticamente toda a produção de milho em Mato Grosso e no Cerrado brasileiro.
Com essa base técnica consolidada, o município avançou para um novo estágio: agregar valor à produção. O milho deixou de ser apenas grão e passou a ser transformado dentro do próprio território, conectando agricultura, indústria e proteína animal em uma cadeia integrada.
Os números mais recentes evidenciam essa força. Na safra 2025/2026, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), de (março de 2026), Lucas do Rio Verde cultivou 147.097 hectares de milho, com produtividade média de 7.250 kg por hectare, resultando em uma produção de 1.066.521 toneladas.
Esse desempenho está inserido em um contexto ainda maior: Mato Grosso é hoje o maior produtor de milho e de etanol de milho do Brasil , consolidando-se como o principal polo dessa cultura no país.
Embora parte da produção brasileira seja exportada, cerca de dois terços do milho permanecem no mercado interno, sustentando diferentes cadeias produtivas. Desse volume, aproximadamente 60% são destinados à produção de proteína animal, cerca de 22% à produção de etanol e os 18% restantes abastecem diversos segmentos industriais, segundo a Associação Brasileira de Milho e Sorgo (Abramilho).
Em Lucas do Rio Verde, essa lógica se materializa de forma integrada. A escala produtiva sustenta um setor industrial importante, com capacidade instalada para produzir mais de 600 milhões de litros de etanol de milho por ano, consolidando o município como referência em bioenergia. Paralelamente, a produção de DDGs fortalece a nutrição animal, ampliando a eficiência da pecuária e garantindo o aproveitamento integral do milho.
Essa integração se estende à agroindústria de proteína. O município conta com unidades de abate de suínos e aves, que utilizam o milho e seus derivados como base nutricional, fechando um ciclo produtivo completo, do campo à mesa.
Mais do que volumes expressivos, o que se consolida no município é um modelo de desenvolvimento. Um modelo que nasce na pesquisa, ganha escala no campo, se fortalece na indústria e retorna em forma de valor agregado para toda a economia local.
Para o prefeito Miguel Vaz, o milho representa muito mais do que uma cultura agrícola. “Lucas do Rio Verde mostra, na prática, que é possível produzir com eficiência, agregar valor e transformar isso em qualidade de vida para as pessoas. O milho é parte da nossa história e também do nosso futuro”, destacou.
Mais do que produzir, Lucas do Rio Verde mostra como transformar. E é essa transformação que sustenta seu desenvolvimento e projeta seu papel como referência.
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

