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Plano de Manejo do Córrego Lucas é apresentado a autoridades e instituições ligadas ao meio ambiente

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Um estudo completo, denominado plano de manejo do Córrego Lucas, foi apresentado na manhã desta terça-feira (22), no Auditório dos Pioneiros, com a presença do prefeito Miguel Vaz, promotoria, secretários e instituições convidadas.

A criação de um plano de manejo é obrigatória em uma unidade de conservação, como é o caso do Parque natural do Córrego Lucas, situado na região central e cortado por vários bairros de Lucas do Rio Verde. O estudo da fauna e flora, bem como análise das águas, solo e situação socioeconômica, teve início em outubro de 2023 e foi finalizado este ano, com a apresentação.

O estudo teve início com a contratação de uma empresa especializada em estudos ambientais, acompanhados de profissionais e supervisores da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, e teve como parceira a empresa FS, através de recurso de compensação ambiental, conforme termo de cooperação.

O secretário de Agricultura e Meio Ambiente explicou que o estudo completo abrange levantamentos de fauna, flora, aspectos físicos, georreferenciamento e questões fundiárias, fornecendo uma leitura atualizada do parque para a criação de programas de gestão para preservação.

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“O plano de manejo é um documento importante que cria diretrizes para que nós possamos avançar cada vez mais na proteção, no cuidado e no crescimento sustentável do nosso município. Então, esse estudo tem essa característica de nos ajudar nesse crescimento sustentável”, explicou Felipe Palis.

O encontro teve como intuito apresentar os resultados da pesquisa e avaliação, com o objetivo de melhorar as diretrizes do uso do parque, com identificação de áreas mais sensíveis e as que possam ser mais exploradas na área urbana.

“Foram constatadas algumas particularidades em relação a parte da fauna e da flora. Foram identificadas algumas espécies que são ameaçadas de extinção, porém elas conseguem viver aqui no parque municipal. Um detalhe bem importante que percebemos é que apesar de ser um parque urbano, a qualidade da água presente dentro do parque natural do Córrego Lucas ainda está dentro dos parâmetros do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) de qualidade de água. Então, é uma boa água e um bom indicativo de conservação das estruturas naturais desse parque”, explicou o diretor da empresa Green Agro Florestal, responsável pelo estudo, Cleomar Nunes do Amaral.

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O documento agora será analisado pela equipe técnica da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente e posteriormente devem ser implementadas algumas ações, através de recursos e programas de gestão.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Arte, Cultura, Sabores e Encontros: Museu Histórico recebe feira de artesanato neste domingo

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Se o Museu Histórico preserva a memória de Lucas do Rio Verde, neste domingo, dia 09, ele passa a acolher também o presente: o artesanato que hoje segue essa mesma tradição de contar e eternizar histórias. É alí, na Casa de Pedra, que estreia a feira itinerante “Bulixo no Museu”.

A ação é realizada pela Cooperativa de Artesanato Luverdense (Cooperarte), com apoio da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, com o objetivo de valorizar o artesanato, a cultura local e os trabalhos manuais, gerando renda para os artesãos.

Com o tema “Arte, Cultura, Sabores e Encontros”, o evento acontece em dois horários: pela manhã, das 8h às 10h, e à tarde, das 15h às 18h, reunindo cerca de 12 artesãos com opções que vão de biscuit e artes sacras a peças em crochê, bolsas, roupas e itens decorativos, incluindo souvenires de Lucas do Rio Verde e produtos do artesanato sustentável da economia circular. Para completar a experiência, o público encontra opções gastronômicas como churros e pastel.

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O nome não foi escolhido à toa. “Resgatamos o verdadeiro significado da palavra bulixo: um lugar cheio de vida, encontros, boas conversas, arte, cultura e produtos feitos com carinho”, explica Mayara Martins, presidente da Cooperarte, que também revela o plano por trás da estreia: transformar o segundo domingo de cada mês em data fixa no calendário do Museu.

Para a Prefeitura, através da Secretaria de Cultura e Turismo, a feira é aposta declarada em quem vive da própria criatividade. “É mais uma oportunidade de valorizar o artesanato, a cultura local e os trabalhos manuais dos nossos artesãos, que se dedicam com tanto carinho ao que produzem. São ações como essa que fortalecem a economia criativa e geram renda para as famílias envolvidas”, afirma a secretária Luciana Bauer.

O timing não é acaso: 2026 já é o melhor ano em faturamento para o artesanato luverdense, puxado justamente pela força das feiras itinerantes — e a “Bulixo” chega para engrossar essa história.

É nesse gesto de abrir espaço, literal e simbólico, que a Prefeitura de Lucas do Rio Verde reafirma seu compromisso com quem faz artesanato, com a economia criativa que esse trabalho movimenta e com as tradições que atravessam gerações na cidade.

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O Museu Histórico fica localizado na Rua Santa Fé, s/n, no Centro da cidade.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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