LUCAS DO RIO VERDE
Projetos de robótica e ciência fortalecem aprendizado e protagonismo dos alunos da rede municipal
LUCAS DO RIO VERDE
Na tarde desta quarta-feira (12), alunos das escolas municipais Vinicíus de Moraes e Profº Marcelino E. Dutra participaram do Campeonato Escolar de Robótica, realizado na Escola Municipal Vinícius de Moraes. O evento também foi marcado pela premiação de duas alunas que conquistaram o 1º lugar na 17ª Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação.
“Hoje é um dia para celebrar tudo o que construímos dentro da sala de robótica. É um momento de aprendizado, integração e troca entre as equipes. Também tivemos a oportunidade de compartilhar com a comunidade escolar o trabalho desenvolvido com as crianças — promovendo autonomia, raciocínio para resolução de problemas e o aprendizado da linguagem de programação, além da criação dos próprios robôs”, destacou a professora Kátia Mundim.
Seguindo as mesmas regras da Olimpíada Brasileira de Robótica, os alunos programaram os robôs que construíram para percorrer um circuito com obstáculos, simulando um local de acidente inacessível aos humanos. No percurso, os robôs deveriam resgatar as “vítimas” — bolinhas de isopor — e separá-las entre vivas (pratas) e mortas (pretas).
(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)
“Foi muito legal participar do campeonato! Eu estava muito nervoso, mas, com a ajuda dos meus amigos, consegui superar todas as dificuldades. É muito gratificante e surpreendente para nossa equipe conquistar o primeiro lugar. Hoje aprendemos o valor do respeito, da empatia e de ajudar quem precisa”, relatou o aluno e integrante da equipe PMED, Paulo Teixeira.
A tarde também foi marcada pela premiação das alunas da Escola Municipal Olavo Bilac, Laryssa Marcone e Isabelly Barros, que conquistaram o 1º lugar na categoria de Ciências do Ensino Fundamental na 17ª Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação.
As estudantes participaram do evento com o projeto “Evitando Ruídos” e foram presentadas com um celular como reconhecimento pela conquista. Além disso, uma das alunas foi contemplada com uma Bolsa de Iniciação Científica, concedida pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat).
“O nosso projeto ‘Evitando Ruído’ foi criado para ajudar alunos autistas que se incomodam com sons altos. Quando o volume ultrapassa o limite programado, uma luz acende para sinalizar o desconforto. É muito gratificante receber esse prêmio e poder incentivar outros jovens a conhecerem a área da tecnologia, que proporciona muitas experiências e aprendizados”, contou emocionada a aluna Laryssa Marcone.
A participação e o destaque dos estudantes mostram que investir em projetos de robótica e iniciação científica é investir no futuro. As experiências vividas fortalecem o aprendizado e inspiram novas gerações a explorarem o universo da tecnologia e da inovação.
Confira os resultados da competição:
1º Lugar – Equipe PMED (Escola Prof° Marcelino E. Dutra)
2º Lugar – Equipe Mega Gênias (Escola Vinícius de Moraes)
3º Lugar – Equipe EstroGênias (Escola Vinícius de Moraes)
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Arte, Cultura, Sabores e Encontros: Museu Histórico recebe feira de artesanato neste domingo
Se o Museu Histórico preserva a memória de Lucas do Rio Verde, neste domingo, dia 09, ele passa a acolher também o presente: o artesanato que hoje segue essa mesma tradição de contar e eternizar histórias. É alí, na Casa de Pedra, que estreia a feira itinerante “Bulixo no Museu”.
A ação é realizada pela Cooperativa de Artesanato Luverdense (Cooperarte), com apoio da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, com o objetivo de valorizar o artesanato, a cultura local e os trabalhos manuais, gerando renda para os artesãos.
Com o tema “Arte, Cultura, Sabores e Encontros”, o evento acontece em dois horários: pela manhã, das 8h às 10h, e à tarde, das 15h às 18h, reunindo cerca de 12 artesãos com opções que vão de biscuit e artes sacras a peças em crochê, bolsas, roupas e itens decorativos, incluindo souvenires de Lucas do Rio Verde e produtos do artesanato sustentável da economia circular. Para completar a experiência, o público encontra opções gastronômicas como churros e pastel.
O nome não foi escolhido à toa. “Resgatamos o verdadeiro significado da palavra bulixo: um lugar cheio de vida, encontros, boas conversas, arte, cultura e produtos feitos com carinho”, explica Mayara Martins, presidente da Cooperarte, que também revela o plano por trás da estreia: transformar o segundo domingo de cada mês em data fixa no calendário do Museu.
Para a Prefeitura, através da Secretaria de Cultura e Turismo, a feira é aposta declarada em quem vive da própria criatividade. “É mais uma oportunidade de valorizar o artesanato, a cultura local e os trabalhos manuais dos nossos artesãos, que se dedicam com tanto carinho ao que produzem. São ações como essa que fortalecem a economia criativa e geram renda para as famílias envolvidas”, afirma a secretária Luciana Bauer.
O timing não é acaso: 2026 já é o melhor ano em faturamento para o artesanato luverdense, puxado justamente pela força das feiras itinerantes — e a “Bulixo” chega para engrossar essa história.
É nesse gesto de abrir espaço, literal e simbólico, que a Prefeitura de Lucas do Rio Verde reafirma seu compromisso com quem faz artesanato, com a economia criativa que esse trabalho movimenta e com as tradições que atravessam gerações na cidade.
O Museu Histórico fica localizado na Rua Santa Fé, s/n, no Centro da cidade.



