LUCAS DO RIO VERDE
Saae completa 33 anos levando água e qualidade de vida à população
LUCAS DO RIO VERDE
O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) comemorou, nesta quinta-feira (3), 33 anos de atuação em Lucas do Rio Verde. A data foi celebrada com um evento que reuniu autoridades, servidores e convidados para lembrar a história da autarquia e os avanços conquistados ao longo dos anos.
Responsável pelo abastecimento de água, coleta de resíduos e pelos investimentos no saneamento básico, o Saae faz parte do dia a dia da população luverdense e segue ampliando os serviços para acompanhar o crescimento da cidade.
Durante a comemoração, o prefeito Miguel Vaz destacou os investimentos realizados pela autarquia.
“O Saae tem feito um excelente trabalho. O nosso primeiro compromisso é não deixar faltar água para nenhuma pessoa da cidade. Temos uma estrutura bem montada, com poços profundos, que garante o abastecimento para toda a população. Também avançamos na coleta seletiva e estamos trabalhando para universalizar o esgotamento sanitário. Comemorar os 33 anos do Saae é celebrar muitas conquistas. A autarquia pertence à população e está sendo muito bem cuidada”, afirmou o prefeito.
O diretor do Saae, Paulo Nunes, lembrou que acompanhou o nascimento da autarquia e falou com orgulho da evolução dos serviços prestados ao município.
“Tenho muito orgulho de fazer parte dessa história. O Saae foi criado no período em que fui prefeito e hoje é uma autarquia forte, com servidores comprometidos e capacidade de investir. Água e esgoto são serviços essenciais e cada investimento feito no saneamento representa mais saúde para a população. Aproveito também para pedir que todos economizem água neste período de seca”, disse.
Entre os servidores homenageados durante a comemoração estava Francisco José de Oliveira, que trabalha no Saae há 24 anos. Emocionado, ele contou que construiu boa parte da sua história dentro da autarquia.
“Eu me sinto parte da família Saae. Nesses 24 anos aprendi muito e continuo aprendendo todos os dias. Sempre tive uma boa convivência com meus colegas e sou muito grato por fazer parte dessa equipe”, destacou.
Ao completar 33 anos, o Saae reforça o compromisso de continuar investindo na melhoria dos serviços e de levar mais qualidade de vida para a população de Lucas do Rio Verde.
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Escola Cecília Meireles aposta em arte com fibra de bananeira para estimular a criatividade dos alunos
A fibra de bananeira ganha novas formas pelas mãos dos estudantes da Escola Municipal Cecília Meireles. No contraturno escolar, os estudantes transformam a fibra em papel e, a partir dele, em novas possibilidades de criação na oficina de artesanato. Com o apoio da Secretaria de Educação, a atividade é conduzida pela professora de Arte, Priscila Medeiros, em parceria com o laboratório criativo Papel LAB e com o curso de Licenciatura de Artes Visuais da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).
“Foi uma experiência única. A gente aprendeu a fazer papel de fibra de bananeira e criamos várias artes legais com ele. Eu mesmo fiz uma flor. Também fizemos cadernos, desenhos, envelopes e muitas outras coisas”, contou o aluno William Monteiro.
Nesta terça-feira (18), o resultado de meses de aprendizado foi apresentado em uma exposição aberta para a comunidade escolar. Entre as peças confeccionadas ao longo do primeiro semestre estavam sacolas de papel, esculturas, quadros decorativos em alto-relevo, cadernos e ilustrações.
(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)
De acordo com a oficineira Brine de Matos, a atividade vai além do desenvolvimento da coordenação motora fina e também contribui para o fortalecimento dos vínculos sociais entre os estudantes. “Eu vejo que o projeto é mais amplo em relação à criação de vínculos. É um espaço onde eu deixo eles conversarem, trazendo temas importantes de forma lúdica enquanto estão criando os artesanatos. Também é um espaço para a livre expressão, onde exploramos a criatividade e as ideias que eles trazem.”
“As crianças amaram participar dessa oficina. Elas aprenderam a pintar nesse tipo de papel, que é um material delicado, utilizando guache e aquarela, além de expressar suas emoções por meio da Teoria das Cores, utilizando cores quentes e frias”, complementou a professora de Arte, Priscila Medeiros.
(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)
A aluna Giovanna Sofia conta que nunca havia ouvido falar em folha de fibra de bananeira antes de participar da oficina. “Normalmente, a gente faz desenhos em folha sulfite. Participar dessa atividade, desde conhecer a textura desse tipo de papel até fazer pinturas e dobraduras, foi uma experiência inesquecível.”
Por meio de iniciativas como essa, realizada pela Escola Cecília Meireles, o contraturno escolar é transformado em um espaço de criação, expressão e aprendizado, contribuindo para formar cidadãos mais criativos, conscientes e comprometidos com o meio ambiente.
(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)



