RONDONÓPOLIS
“Como se tornar uma associação?” é a pergunta que o “Cultura em Ação: Conectando Artistas e Oportunidades” de julho vai responder
RONDONÓPOLIS
Neste mês, artistas, produtores culturais, membros de coletivos e público interessado em arte e cultura vão poder conhecer um pouco mais sobre as diretrizes legais para a criação de uma associação e as vantagens de trabalhar estando integrado a uma delas. A sexta edição do “Cultura em Ação: Conectando Artistas e Oportunidades” terá como palestrante o assessor cultural da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Lucas Augusto, que atua na Pasta com trabalho dedicado ao fomento de políticas públicas voltadas à cultura. Além de bacharel em direito, ele é músico e membro da Orquestra Sinfônica de Rondonópolis e da Orquestra Promessista da Igreja Adventista da Promessa e, ao longo dos anos, tem liderado projetos voluntários de musicalização em comunidades da cidade.
Entre os benefícios que uma associação pode gerar para seus associados, o assessor cultural cita majoração de resultados econômicos, maximização da capacidade de negociação em demandas da categoria, aumento da visibilidade dos produtos ou serviços oferecidos à sociedade e ampliação das possibilidades de captação de incentivos e fundos públicos ou privados por meio de leis de fomento cultural.
“Essa forma de cooperação, caracterizada pela reunião de um grupo com um objetivo comum, evidencia o potencial da diversidade de pensamentos e, ao mesmo tempo, da união de forças para angariar recursos e prestar um serviço relevante para a sociedade. Então, a associação é uma opção valiosa para uma classe se fazer representar”, ressalta Lucas.
Inscrições para o seminário podem ser feitas através do link https://forms.gle/4sTkKyehZ5ZYGvLq7. A presença dará direito a certificado e, o melhor, a programação é gratuita.
Para chegar ao José Sobrinho basta se dirigir à Rua Barão do Rio Branco 2.650, Jardim Santa Luzia, ao lado da UPA.
RONDONÓPOLIS
Câmara de Rondonópolis corrigirá vício formal em projeto de lei após decisão do TJMT para garantir reajuste de emendas impositivas
Câmara de Rondonópolis corrigirá vício formal em projeto de lei após decisão do TJMT para garantir reajuste de emendas impositivas. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) declarou, em sessão ordinária realizada nesta quinta-feira (13), em Cuiabá, a inconstitucionalidade da Emenda à Lei Orgânica número 66/2025, aprovada pela Câmara Municipal de Rondonópolis que previa o reajuste do percentual das emendas parlamentares impositivas. A Casa de Leis rondonopolitana, contudo, já informou que atuará de forma imediata para sanar as inconsistências técnicas e reprotocolar a matéria. O julgamento do TJMT fundamentou-se em um vício formal de tramitação provocado por uma limitação no sistema eletrônico do Legislativo municipal. Embora a proposta tenha contado com o voto favorável de todos os 21 vereadores, a plataforma registrou formalmente apenas a assinatura eletrônica dos dois primeiros parlamentares a acessarem o sistema. Como a legislação exige a subscrição mínima de um terço dos membros do Poder Legislativo para a apresentação da proposta, a ausência do registro eletrônico completo levou os magistrados a declararem a inconstitucionalidade da norma por descumprimento de requisito regimental. A Câmara Municipal de Rondonópolis anunciou que promoverá as correções necessárias nos próximos dias, para sanar a falha do sistema e reapresentar o projeto dentro do rito exigido pela Justiça. O objetivo do Parlamento municipal é resguardar a prerrogativa constitucional dos vereadores quanto à destinação das emendas parlamentares impositivas, garantia assegurada tanto pela Constituição do Estado de Mato Grosso quanto pela Constituição Federal. Além da adequação interna, o Legislativo rondonopolitano acompanha o julgamento pautado no Supremo Tribunal Federal (STF) para o próximo dia 20. A Suprema Corte apreciará uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) voltada a regulamentar nacionalmente os percentuais das emendas impositivas. A discussão central aborda o teto global de 2%, atualmente distribuído em 1,55% para a Câmara dos Deputados e 0,45% para o Senado Federal. A Câmara de Rondonópolis informou que alinhará o texto final do projeto municipal aos parâmetros que forem consolidados pelo STF.
Fonte: Câmara de Rondonópolis – MT



