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Gestão digital transforma rotina no gabinete e serviços da Prefeitura

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A tecnologia vem ganhando cada vez mais espaço na administração municipal. Um exemplo claro disso pode ser visto no gabinete do prefeito Cláudio Ferreira, onde uma TV interativa de 85 polegadas exibe, em tempo real, o painel de controle da Prefeitura. Com isso, é possível acompanhar de forma instantânea dados sobre receitas, pagamentos, contratos e informações de cada secretaria, permitindo decisões mais rápidas e embasadas.

A nova realidade contrasta com a gestão anterior, onde não havia sequer um computador no gabinete. Tudo era feito no papel, sem apoio de sistemas digitais. A atual gestão, no entanto, adotou uma nova postura: mais conectada, moderna e voltada para a transparência.

O secretário de Administração, Gestão e Inovação, Luciano Rodrigues, tem liderado esse processo de transformação digital. Entre as novidades, destaca-se o aplicativo “Cadê o Busão”, desenvolvido pela equipe de TI da própria Prefeitura, que permite aos usuários do transporte coletivo acompanhar a localização dos ônibus em tempo real.

Além disso, diversos serviços públicos já podem ser acessados online. A população já encontra disponíveis no site da Prefeitura a emissão do IPTU, da Certidão Negativa de Débitos (CND) e de licenças municipais, sem precisar enfrentar filas ou ir até a sede do Executivo.

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Outra inovação implementada é o Wi-Fi gratuito em todas as unidades de saúde do município, ampliando o acesso digital também para os usuários do sistema público.

“A atual gestão aposta em um modelo de administração mais eficiente, digital e próximo do cidadão — com tecnologia como aliada para melhorar o serviço público”, atesta o secretário.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Câmara de Rondonópolis corrigirá vício formal em projeto de lei após decisão do TJMT para garantir reajuste de emendas impositivas

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Câmara de Rondonópolis corrigirá vício formal em projeto de lei após decisão do TJMT para garantir reajuste de emendas impositivas. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) declarou, em sessão ordinária realizada nesta quinta-feira (13), em Cuiabá, a inconstitucionalidade da Emenda à Lei Orgânica número 66/2025, aprovada pela Câmara Municipal de Rondonópolis que previa o reajuste do percentual das emendas parlamentares impositivas. A Casa de Leis rondonopolitana, contudo, já informou que atuará de forma imediata para sanar as inconsistências técnicas e reprotocolar a matéria. O julgamento do TJMT fundamentou-se em um vício formal de tramitação provocado por uma limitação no sistema eletrônico do Legislativo municipal. Embora a proposta tenha contado com o voto favorável de todos os 21 vereadores, a plataforma registrou formalmente apenas a assinatura eletrônica dos dois primeiros parlamentares a acessarem o sistema. Como a legislação exige a subscrição mínima de um terço dos membros do Poder Legislativo para a apresentação da proposta, a ausência do registro eletrônico completo levou os magistrados a declararem a inconstitucionalidade da norma por descumprimento de requisito regimental. A Câmara Municipal de Rondonópolis anunciou que promoverá as correções necessárias nos próximos dias, para sanar a falha do sistema e reapresentar o projeto dentro do rito exigido pela Justiça. O objetivo do Parlamento municipal é resguardar a prerrogativa constitucional dos vereadores quanto à destinação das emendas parlamentares impositivas, garantia assegurada tanto pela Constituição do Estado de Mato Grosso quanto pela Constituição Federal. Além da adequação interna, o Legislativo rondonopolitano acompanha o julgamento pautado no Supremo Tribunal Federal (STF) para o próximo dia 20. A Suprema Corte apreciará uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) voltada a regulamentar nacionalmente os percentuais das emendas impositivas. A discussão central aborda o teto global de 2%, atualmente distribuído em 1,55% para a Câmara dos Deputados e 0,45% para o Senado Federal. A Câmara de Rondonópolis informou que alinhará o texto final do projeto municipal aos parâmetros que forem consolidados pelo STF.

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Fonte: Câmara de Rondonópolis – MT

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