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Secretária de Saúde pede afastamento do cargo por questões pessoais

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A Prefeitura de Rondonópolis comunica o pedido de exoneração da secretária de Saúde de Rondonópolis, Tânia Balbinotti, do cargo que ocupava até então na gestão municipal. O pedido de saída foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (27/5) e foi originado por problema de doença da gestora.

Em nota oficial, a gestora atesta que deu o seu melhor nesses cinco meses em que esteve à frente da Secretaria Municipal de Saúde e justifica seu afastamento por questões pessoais, em especial por condições ligadas à sua saúde. Ela diz que leva consigo muito conhecimento e o entendimento do quanto é possível melhorar a cidade e a condição de vida dos seus cidadãos quando todos se unem em prol desse objetivo. Tânia agradece a população pela confiança depositada, àqueles que utilizam do serviço e que os ajudaram com sugestões e apoio. Entre os agradecimentos, ela externa, em especial, aos profissionais da saúde, principalmente a sua equipe de trabalho e aos colegas secretários municipais, bem como diferentes órgãos, instituições, entidades e setores da sociedade.

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A gestora fez também um agradecimento especial ao prefeito Cláudio Ferreira pela oportunidade e confiança. “Por me dar a chance de contribuir diretamente na vida das pessoas. A saúde é uma missão que exige entrega, empatia e responsabilidade. Mesmo com meu afastamento do cargo, sigo torcendo e colaborando, como cidadã e profissional, para que Rondonópolis avance cada vez mais em um sistema de saúde público mais justo, acessível e resolutivo.

O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, externou para a imprensa que a saída da Tânia do cargo é uma perda para a gestão, mas que entende que se trata de uma questão pessoal de saúde e, nesse sentido, deseja as devidas melhoras para ela. Ele enfatiza que a convidou para o cargo justamente por acreditar na sua idoneidade, isenção, boa fé e capacidade.

Por fim, Cláudio Ferreira destacou toda sua gratidão à gestora por sua abnegação e todo serviço prestado à sociedade rondonopolitana, com importantes resultados obtidos no setor.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Câmara de Rondonópolis corrigirá vício formal em projeto de lei após decisão do TJMT para garantir reajuste de emendas impositivas

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Câmara de Rondonópolis corrigirá vício formal em projeto de lei após decisão do TJMT para garantir reajuste de emendas impositivas. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) declarou, em sessão ordinária realizada nesta quinta-feira (13), em Cuiabá, a inconstitucionalidade da Emenda à Lei Orgânica número 66/2025, aprovada pela Câmara Municipal de Rondonópolis que previa o reajuste do percentual das emendas parlamentares impositivas. A Casa de Leis rondonopolitana, contudo, já informou que atuará de forma imediata para sanar as inconsistências técnicas e reprotocolar a matéria. O julgamento do TJMT fundamentou-se em um vício formal de tramitação provocado por uma limitação no sistema eletrônico do Legislativo municipal. Embora a proposta tenha contado com o voto favorável de todos os 21 vereadores, a plataforma registrou formalmente apenas a assinatura eletrônica dos dois primeiros parlamentares a acessarem o sistema. Como a legislação exige a subscrição mínima de um terço dos membros do Poder Legislativo para a apresentação da proposta, a ausência do registro eletrônico completo levou os magistrados a declararem a inconstitucionalidade da norma por descumprimento de requisito regimental. A Câmara Municipal de Rondonópolis anunciou que promoverá as correções necessárias nos próximos dias, para sanar a falha do sistema e reapresentar o projeto dentro do rito exigido pela Justiça. O objetivo do Parlamento municipal é resguardar a prerrogativa constitucional dos vereadores quanto à destinação das emendas parlamentares impositivas, garantia assegurada tanto pela Constituição do Estado de Mato Grosso quanto pela Constituição Federal. Além da adequação interna, o Legislativo rondonopolitano acompanha o julgamento pautado no Supremo Tribunal Federal (STF) para o próximo dia 20. A Suprema Corte apreciará uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) voltada a regulamentar nacionalmente os percentuais das emendas impositivas. A discussão central aborda o teto global de 2%, atualmente distribuído em 1,55% para a Câmara dos Deputados e 0,45% para o Senado Federal. A Câmara de Rondonópolis informou que alinhará o texto final do projeto municipal aos parâmetros que forem consolidados pelo STF.

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Fonte: Câmara de Rondonópolis – MT

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