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BALANÇO: Previ encerra 2025 com avanços históricos, gestão eficiente e fortalecimento institucional
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Na área social, o programa Sorrisos não Envelhecem apresentou crescimento expressivo, reafirmando sua relevância e impacto positivo junto aos segurados. Em comparação a 2021, quando foram realizados 766 atendimentos, o programa alcançou, em 2025, o total de 9.417 atendimentos, abrangendo serviços de psicologia, assistência social, pilates, hidroginástica, palestras educativas e visitas domiciliares. Os números evidenciam o fortalecimento das políticas de cuidado integral, promoção da saúde e bem-estar, com foco no envelhecimento ativo e na qualidade de vida. Atualmente, o Previ alcança 100% dos aposentados, sem nenhum segurado sem contato.
O setor Administrativo e de Recursos Humanos desempenhou papel estratégico ao promover maior integração entre os setores, aliando inovação e tecnologia por meio do uso de inteligência artificial, o que resultou em maior agilidade, eficiência e qualidade no atendimento aos segurados e servidores. Essa modernização contribuiu diretamente para a melhoria dos fluxos internos e para a otimização dos serviços prestados.
No campo jurídico, a atuação técnica, imparcial e estratégica foi determinante para o fortalecimento institucional. O setor jurídico reestruturou e restabeleceu a Ouvidoria, promoveu expressiva redução no número de judicializações e contribuiu diretamente para o aprimoramento dos processos internos. Além disso, teve participação ativa na elaboração do projeto de lei da Reforma Administrativa, garantindo alinhamento jurídico e segurança normativa, bem como realizou treinamentos voltados aos servidores internos, reforçando a cultura de conformidade e capacitação contínua.
O setor de Benefícios manteve sua atuação eficiente e comprometida, com a concessão de 87 aposentadorias e pensões ao longo de 2025, além de revisões de processos e da promoção de palestras voltadas à educação previdenciária. Todas essas ações visam assegurar o cumprimento dos direitos previdenciários com responsabilidade, transparência e respeito aos segurados.
Ainda em 2025, o Previ alcançou importantes reconhecimentos institucionais, conquistando Nota A no Índice de Situação Previdenciária e o certificado Pró-Gestão RPPS – Nível IV, tornando-se o primeiro instituto de porte médio do Brasil a obter essa certificação. As conquistas reforçam a solidez da governança, a maturidade dos processos e o alinhamento às melhores práticas de gestão previdenciária.
No setor de investimentos, a gestão responsável e transparente garantiu solvência e sustentabilidade ao regime, com foco na proteção do patrimônio previdenciário dos servidores. Até novembro de 2025, foram aplicados aproximadamente R$ 838 milhões, sempre pautados pela segurança, rentabilidade e observância das normas legais, assegurando equilíbrio financeiro e atuarial.
Complementando esse conjunto de ações, o setor de Pró-Gestão e Compliance atuou de forma contínua para assegurar que todos os processos fossem conduzidos com equidade, integridade e conformidade, fortalecendo a governança e a confiança institucional.
Assim, 2025 consolida-se como um ano de resultados expressivos para o Previ, marcado por crescimento, inovação, responsabilidade e compromisso com o futuro previdenciário, reafirmando uma gestão eficiente, transparente e voltada ao interesse público.
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT
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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã
A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).
Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.
O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.
Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.
Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.
Cooperação científica
Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.
Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.
Último dia da programação
A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.
Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.
Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.
Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.
Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.
A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

