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Câmeras de vigilância e segurança reforçarão o trabalho da Defesa Civil em Sinop

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As unidades de conservação de Sinop: Parque Natural Municipal Florestal e Parque Jardim Botânico; bem como a área do depósito de resíduos sólidos e de massa Verde, estarão no radar de acompanhamento da Defesa Civil de Sinop. Câmeras de segurança e vigilância, darão suporte à diretoria do órgão para acompanhamento, identificação e planejamento que reduzam ou previnam desastres naturais.

Serão instaladas 49 equipamentos: sendo 47 de modelo “fixas” e duas do modelo “speed dome”, com qualidade de segunda geração e com identificação facial. O coordenador da Defesa Civil de Sinop, Pedro Contini Roveri, disse que Sinop está inovando em Mato Grosso e se torna o primeiro município do estado a ter monitoramento em tempo real de suas áreas de preservação destinadas à visitação do público em geral (parques).

“A ideia é estruturar a nossa coordenação [Defesa Civil] para que consigamos desenvolver um trabalho a contento para população de Sinop. Essas câmeras têm o objetivo de monitorar, mitigar, preparar, responder e ajudar a reconstruir – o que for necessário, em caso de algum incidente. O nosso parque já foi palco de incêndios algumas vezes, assim como o depósito de resíduos sólidos. A vigilância permitirá, além de identificar o responsável pela queima, também coibir que ações criminosas ocorram nesses ambientes”, explicou ele.

As imagens geradas pelos 49 equipamentos serão compartilhadas em tempo real, tanto com a estação principal do estado – Ciosp – localizado em Cuiabá, quanto em Sinop, através da central que funcionará na Defesa Civil. Essas imagens serão disponibilizadas para todas as forças de segurança, para ajudar a elucidar crimes ou ocorrências em investigações, bem como para todos os entes que compõem a estrutura de poder municipal e estadual.

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“Essas são ferramentas de ajuda, apoio, acompanhamento, para todas essas ações que podem ser necessárias – além de ajudar na segurança, questões ambientais, crimes e monitoramento, etc. É importante ressaltar que a Defesa Civil do Estado já faz uso desses equipamentos, e agora a defesa municipal também incorporará esses equipamos à sua estrutura. A sociedade merece que nós, que prestamos um serviço público, busquemos cada vez mais melhorar esses serviços, que refletirão em benefícios para todos”, explicou ele.

O tenente Leandro, da Central Integrada de Operações da Segurança Pública (Ciosp) – ligada à Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), explica que a decisão de contribuir com a estruturação da Defesa Civil de Sinop, é uma expansão do projeto Vigia Mais MT que já está em andamento no estado.

“O secretário Coronel Roveri nos incumbiu de entregar à Sinop, o que nós temos de melhor, câmeras de última geração, entregues em 2025, que fazem reconhecimento facial, e serão expandidas para os parques. Além do mais, dando a devida proteção à sociedade e a segurança necessária para as áreas de lazer. Uma novidade: Sinop é a primeira cidade que vai implantar dentro de seus parques, câmeras de alta qualidade e de alta resolução. É um combate intenso contra o crime, seja ele qual for” disse.

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Quando em funcionamento, a sala de monitoramento será equipada com cerca de 28 monitores que formarão um vídeo wall – um equipamento que consiste em uma série de monitores conectados fisicamente em arranjo, para formar uma grande tela. “Esses equipamentos serão disponibilizados pela própria Prefeitura e a instalação das câmeras será feita em parceria com a Energisa. Nosso interesse é que esses equipamentos entrem em funcionamento com o investimento de menor custo possível aos cofres públicos, mas de grande valia e importância para população”, explicou Pedro.

O avanço foi garantido pelo Governo do Estado, em uma reunião ocorrida no mês de outubro, juntamente com o prefeito Roberto Dorner, secretário de Estado Coronel Roveri, Coordenador de Defesa Civil Pedro Contini Roveri e o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Klayton Gonçalves. 

O projeto de alocação dos pontos das câmeras foi desenvolvido em parceria com a PM de MT, através da participação do Tenente Coronel Edylson Pintel, comandante do III Comando Regional.

Veja também: Prefeito garante junto ao Governo de MT câmeras que reforçarão segurança nos parques de Sinop

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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