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Biossegurança é tema de capacitação para auxiliares de saúde bucal
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Auxiliares de Saúde Bucal participam nesta quinta-feira, 25 de março, de um treinamento que aborda Processos de Esterilização de Matérias Médicos e Odontológicos e Biossegurança, 42 profissionais integram a formação. A capacitação iniciou com palestra da odontóloga Tatiane Tremea que detalha a importância da formação. “Temos muitas auxiliares novas e outras que já atuam há tempos, mas é sempre essencial essa conversa, nossas auxiliares são essenciais durante todo o processo de atendimento do paciente”, frisa a profissional.
Tatiane lembrou que tanto a esterilização do material usado quanto do consultório fica à cargo dos auxiliares. Nesta manhã, a formação tratou sobre técnicas e padronização de rotinas, com objetivo de minimizar riscos ocupacionais e assegurar a qualidade e a segurança dos serviços prestados à população.
Durante a capacitação, foram abordados temas essenciais relacionados às normas de biossegurança, destacando a importância do uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), a correta higienização das mãos, o manejo de resíduos e a prevenção de riscos biológicos no dia a dia das unidades de saúde.
Conforme a coordenadora de Saúde Bucal, a também odontóloga Luciana Bussolaro, um dos principais pontos foi atualização das Normas Regulamentadoras (NR) referentes à esterilização de instrumentos odontológicos. “As orientações reforçaram os protocolos corretos de limpeza, desinfecção, embalagem, esterilização e armazenamento dos materiais, conforme as diretrizes mais recentes, garantindo a qualidade e segurança dos procedimentos realizados”, diz.
A capacitação contemplou profissionais que atuam nas Unidades de Saúde e no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), promovendo a padronização das práticas e a qualificação contínua das equipes.
“Nosso foco está em biossegurança no ambiente de trabalho. A iniciativa teve como objetivo fortalecer as práticas seguras no atendimento odontológico, garantindo maior proteção tanto para os profissionais quanto para os pacientes”, explica Luciana. A ação é uma parceria da Vigilância Sanitária a Coordenação de Saúde Bucal e a Comissão de Integração de Ensino e Serviço (CIES).
Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT
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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos
Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.
Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.
Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.
Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.
Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.
Arquivo digital
Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.
Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:
O que é recolhido?
Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).
O que não é coletado?
Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.
Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.
Confira aqui como funciona cada coleta:
Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:
Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.
Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.
Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.
Dúvidas
Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.
Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

