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Vereadora indica criação de lei que autorize professores a realizarem hora-atividade não presencial, em Sorriso
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Foi apresentada na 31ª sessão ordinária a Indicação 1009/25 que sugere ao Poder Executivo a criação de lei que permita aos professores da rede pública municipal de Sorriso a realização de parte de sua hora-atividade em formato não presencial.
De acordo com a vereadora Jane Delalibera (PL), autora da matéria, “a medida se justifica pela necessidade de modernização da gestão educacional, pela valorização dos profissionais da educação e pelo reconhecimento de que as atividades pedagógicas extraclasse não exigem, em sua totalidade, o cumprimento presencial no ambiente escolar”.
Na propositura, Jane argumenta que como tais atividades envolvem planejamento, correção de avaliações, estudos, capacitação continuada e elaboração de materiais, elas podem ser desempenhadas de forma eficaz e responsável em regime remoto, sem prejuízo da qualidade do ensino.
A parlamentar justifica que cabe a cada município a regulamentação dessa modalidade, assim como fez o Estado que estabeleceu diretrizes aos profissionais da educação da rede estadual com o cumprimento presencial de 40% e o não presencial em 60%. “Diversas cidades brasileiras já adotaram esse regime reconhecendo que a atividade docente vai além do espaço físico da escola e que o desempenho das funções extraclasse pode ser qualificado quando realizado em condições mais flexíveis”, pontua.
A Indicação – subscrita pelos demais vereadores – será enviada para as secretarias municipais de Administração e de Educação.
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Sorrisenses participam do Fórum Nacional de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes
A coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Integrar (CAPSi)/Integrar, Luciana Azevedo e a enfermeira Lígia Souza Leite acompanham o jovem sorrisense Geraldo Augusto Stahlschmidt Xavier em Brasília. Nesta segunda-feira, 30 de junho, Geraldo participou de uma das mesas redondas do Fórum Nacional de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes e fez um relato de experiência em que defendeu a importância de políticas públicas voltadas à saúde mental.
“Vejo que ainda há um grande tabu a ser quebrado em ralação á saúde mental e precisamos falar sobre o assunto; quebrar esse tabu é uma grande missão”, avalia o jovem que salienta a importância de ter recebido acompanhamento.
“Para nós da equipe o Geraldo é símbolo de superação: esse entusiasmo com que ele fala, conta sua experiência e defende a importância desse debate é maravilhoso”, pontua Luciana. A coordenadora completa que políticas públicas se constrói ouvindo pessoas e nada mais justo e correto do que “ouvir dos adolescentes e crianças quais as necessidades deles”, diz.
Organizado pelo Departamento de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) do Ministério da Saúde, a atividade reúne crianças e adolescentes, além de profissionais dos Centros de Atenção Psicossocial , pesquisadores da Fiocruz, equipes técnicas do Ministério e representantes de movimentos sociais.
O Ministério da Saúde conduz a escuta para compreender, diretamente das vivências dos participantes, os desafios, expectativas e contribuições para o fortalecimento do cuidado em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) , especialmente no âmbito dos Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e da Rede de Atenção Psicossocial.
Entre os principais pontos que vem sendo levantados pelos jovens participantes, destacam-se a necessidade de ampliar a divulgação sobre o papel dos CAPS, o incentivo ao diálogo sobre saúde mental nas escolas e nas famílias, o enfrentamento de estigmas e preconceitos, o fortalecimento de ambientes acolhedores com espaço para arte e expressão e a ampliação da participação social por meio de conteúdos digitais e instrumentos oficiais de consulta.
Para o Coordenador-Geral de Redes e Serviços de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Vinícius Vieira, a escuta nacional representa um passo central na ampliação do cuidado. “É muito significativo para nós escutar cada um de vocês. Tudo o que trouxeram aqui nos ajuda a entender melhor o que precisa avançar no cuidado em saúde mental de crianças e adolescentes em todo o país”.
O Fórum Nacional reúne representantes de diversos setores do Governo Federal, da sociedade civil e dos delegados gestores, trabalhadores e usuários do SUS das cinco regiões do país para debater as propostas, consolidando uma política pública forte, integrada e baseada no diálogo com quem vivencia o cuidado.
Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT


