SORRISO
Vereadores cobram ações imediatas para conter acidentes em trechos críticos da BR-163 no perímetro urbanos de Sorriso
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Em reunião realizada nesta tarde na sede da concessionária Nova Rota do Oeste, o vereador Wanderley Paulo e o presidente da Câmara Municipal, Rodrigo Matterazzi, entregaram oficialmente um requerimento aprovado em sessão plenária de autoria do vereador Wanderley Paulo e assinado por todos os parlamentares, que exige a instalação de redutores de velocidade e lombadas eletrônicas em pontos críticos da BR-163 no perímetro urbano de Sorriso. Os locais prioritários incluem as proximidades da rodoviária e da rotatória de acesso ao Anel Viário, áreas marcadas por acidentes frequentes.
A urgência da medida foi reforçada pelos parlamentares diante do histórico de colisões e atropelamentos, principalmente na entrada da rodoviária. Wanderley Paulo destacou que a implantação de uma lombada eletrônica ajuda a evitar acidentes que estão sendo frequentes na região.
Segundo a Nova Rota do Oeste, o processo pode levar até quatro meses para análise porém propôs a adoção de radares móveis como solução temporária.
O encontro também tratou de obrigações contratuais da concessionária, como a construção de quatro viadutos: dois na entrada do município, um no distrito de Primaverinha e o viaduto do aeroporto. A duplicação e revitalização de trechos antigos da rodovia também foram discutidas, com relatos de transtornos causados pelas obras em andamento. Roberto Madureira, gerente de Relações Institucionais da Nova Rota do Oeste, reforçou o compromisso com os prazos, mas alertou para os riscos gerados pela imprudência de motoristas durante a obras “Condutores que ignoram a sinalização e mantêm alta velocidade em áreas de obras colocam vidas em perigo”, disse Madureira.
²Enquanto aguardam a conclusão dos estudos e o início das intervenções permanentes, a Câmara e a concessionária planejam articular campanhas educativas para motoristas e pedestres, além da instalação temporária de medidores de velocidade móveis. Os viadutos seguem como prioridade para desafogar o tráfego, que cresce junto com o desenvolvimento econômico da região. “É um problema coletivo. Precisamos resolver de imediato os pontos criticos até a conclusão das obras de duplicação e construção de viadutos,” destacou Rodrigo Matterazzi, presidente do Legislativo.
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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos
Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.
Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.
Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.
Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.
Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.
Arquivo digital
Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.
Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:
O que é recolhido?
Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).
O que não é coletado?
Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.
Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.
Confira aqui como funciona cada coleta:
Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:
Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.
Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.
Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.
Dúvidas
Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.
Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

