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Assistência Social realiza mutirão para cadastrar famílias em Várzea Grande

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O mutirão tem como foco identificar e incluir no programa, famílias com renda de até R$ 218 por pessoa, que já estejam devidamente inscritas CadÚnico, o que comprova a situação de vulnerabilidade

Entre os dias 30 de junho a 2 de julho, das 8h às 17h, os moradores de Várzea Grande que se encontram em situação de extrema vulnerabilidade social terão a oportunidade de realizar o cadastro no Programa Ser Família, iniciativa do governo do Estado de Mato Grosso, em parceria com a Prefeitura Municipal. O atendimento acontecerá simultaneamente nas quatro unidades do Centro de Referência em Assistência Social (Cras): Cristo Rei, Jardim Glória, Santa Maria e São Matheus.

O mutirão tem como foco identificar e incluir no programa, famílias com renda de até R$ 218 por pessoa, que já estejam devidamente inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), o que comprova a situação de vulnerabilidade.

A Secretária Municipal de Assistência Social, Cristina Saito, destaca que o Ser Família é uma das principais políticas públicas de transferência de renda voltadas à população mais necessitada em Mato Grosso. “Esse mutirão é uma porta de entrada para famílias que enfrentam dificuldades severas, como idosos que vivem sozinhos, pessoas com deficiência, famílias com membros que dependem exclusivamente de benefícios sociais. É fundamental que essas pessoas participem para garantir esse apoio, que pode fazer toda a diferença no dia a dia delas”, afirmou.

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Para se cadastrar, é necessário apresentar documentos como CPF, RG, comprovante de residência e estar com o NIS ativo. Os servidores dos Cras estarão preparados para orientar, atualizar cadastros e encaminhar os dados das famílias ao programa.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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