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Conselho fortalece a participação das mulheres na construção e no acompanhamento das políticas públicas do município

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Foi publicado no Diário Oficial Eletrônico da Prefeitura de Várzea Grande, da última quarta-feira (3), o Decreto 43/2026 que oficializa a nomeação das conselheiras titulares e suplentes do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM/VG) para um mandato de dois anos (2026-2028).

O colegiado foi eleito em abril deste ano e é responsável por acompanhar, propor e fiscalizar políticas públicas voltadas à promoção e à defesa dos direitos das mulheres no município. A composição reúne representantes do poder público e de entidades da sociedade civil.

Entre as representantes do poder público estão integrantes das secretarias municipais de Assistência Social, Defesa Social, Educação, Saúde e Comunicação Social, além da Procuradoria-Geral do Município e da Câmara Municipal.

Já a sociedade civil será representada por entidades que atuam na defesa dos direitos das mulheres e na promoção social, como a Pastoral da Mulher Marginalizada, o Centro Popular Dorcelina Folador, o Centro de Promoções Humanas Bom Pastor, a Liga de Reestruturação das Irmãs Ofendidas (LÍRIOS) e o Rotary Várzea Grande Aeroporto.

Foram nomeadas Stephanie Rosa Jácomo (titular) e Alexsandra Lourenço da Silva (suplente), pela Secretaria Municipal de Assistência Social; Inês Guimarães Rodrigues e Sirlei Salete Piasecki, pela Guarda Municipal; Silvia Martins Rocha e Renata Monteiro da Silva, pela Procuradoria-Geral do Município; Sara Vitalino de Souza e Leyze Grecco, pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer; Wérica Weryanne Rosa de Souza e Raquel Gonçalves Sampaio Picolo, pela Secretaria Municipal de Saúde; Rafaela Maximiano e Jane Cássia Duarte Ventura, pela Secretaria Municipal de Comunicação Social; e Rosemary Souza Prado e Lucélia de Oliveira Moreira, pela Câmara Municipal.

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Representando a sociedade civil, foram nomeadas Paulette Rose da Costa e Silva e Vera Aparecida Amorim, pela Pastoral da Mulher Marginalizada; Divina Francisca de Paula e Odete Ferreira de Lima, pelo Centro Popular Dorcelina Folador; Celina Maria Gonçalves e Maria Lúcia da Silva, pelo Centro de Promoções Humanas Bom Pastor – MT; Renata Gonçalves Rodrigues de Moraes e Tânia Regina de Matos, pela LÍRIOS; e Valdete Marques Arnaut Antiqueira e Laise Valéria Costa Martins, pelo Rotary Várzea Grande Aeroporto.

O Conselho foi criado pela Lei Municipal nº 4.355, de 2018, e tem como objetivo fortalecer a participação das mulheres na construção e no acompanhamento das políticas públicas do município.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

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A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

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Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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