VÁRZEA GRANDE
Cras realiza busca ativa para ampliar participação de mulheres no Serviço de Convivência
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O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Cristo Rei realizou ao longo da semana, uma ação de busca ativa para convidar novas participantes para integrar o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). A iniciativa tem como objetivo fortalecer o atendimento ofertado à comunidade, ampliando o acesso de mulheres às atividades desenvolvidas pelo equipamento.
A orientadora social do SCFV de mulheres, Ingrid Oliveira Biserra, foi responsável pela ação realizada, convidando mulheres interessadas em participar do grupo feminino, que acontece todas as terças-feiras no Cras Cristo Rei.
O grupo é voltado para empoderamento feminino, realização de oficinas, palestras, orientações, rodas de conversa e escutas qualificadas, promovendo acolhimento e fortalecimento de vínculos comunitários.
“Nosso objetivo é aproximar essas mulheres do Cras Cristo Rei e mostrar que aqui elas têm um espaço de acolhimento, escuta e fortalecimento. É um momento importante para trocar experiências, criar vínculos e fortalecer a autoestima, além de garantir acesso a informações e apoio social. O SCFV é gratuito e está de portas abertas para quem quiser participar.”, disse Ingrid.
O serviço é destinado a mulheres territorialmente referenciados ao Cras, com oficinas desenvolvidas nos períodos matutino e vespertino, de forma gratuita e pode ser acessado de forma espontânea, por encaminhamento da rede socioassistencial e de outras políticas públicas, ou ainda por meio de busca ativa realizada pela equipe técnica do Cras.
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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
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