VÁRZEA GRANDE
ETA do Pari realiza parada temporária para manutenção nesta quarta-feira (22.10)
VÁRZEA GRANDE
Nesta quarta-feira, dia 22, a ETA Barra do Pari/Chapéu do Sol passa por uma parada programada para manutenção no flange da saída da bomba de recalque.
Os técnicos do Departamento de Água e Esgoto (DAE) estão trabalhando desde ás 6h. A previsão é que a manutenção seja finalizada até às 12h.
Bairros atendidos pela ETA Barra do Pari/Chapéu do Sol (Sistema lV)
01-Jd Esmeralda
02-Jd Alá
03-Parte do Mapim
04-Mangabeira
05-Loteamento Jatobá
06-Guarita
07-Jd imperial
08-Loteamento Terra Nova
09-MRV Chapada dos Pinheiros
10-Condomínio Rubi
11-Condomínio Esmeralda
12-Condomínio Verana
13-Condomínio Colinas Douradas
14-Condomínio Origem
15-Condomínio Origem do Sol
16-Loteamento Genebra
17-Guanabara
18-Manaíra
19-Chapéu do Sol
20-Nova Aliança
21-Manancial
22-Nova Esperança
23-Nova Ipê
24-Residencial Clóvis Vettoratto
25-Residencial Júlio Domingos
26-Residencial Jacarandá
27-Residencial Jequitibá
28-Residencial Veredas
29-Residencial José Carlos Guimarães
30-Parque das Américas
31- Condomínio Florais
Galeria de Fotos (1 foto)
VÁRZEA GRANDE
Siriri de Várzea Grande encanta visitantes na FIT Pantanal
Nesta quinta-feira (4.6), o grupo várzea-grandense Encantos da Serra levou a tradição do siriri para a FIT Pantanal, encantando os visitantes com uma apresentação marcada pela alegria, pelo ritmo e pela valorização da cultura mato-grossense.
Formado por crianças e adolescentes do bairro Novo Mundo, o grupo surgiu na Escola Estadual Dante Martins de Oliveira com o objetivo de promover a integração social e preservar as manifestações culturais da região. O professor Evanderson dos Santos destaca que o projeto busca fortalecer a identidade cultural das novas gerações.
“Esse projeto nasceu como forma de integração social e de mostrar a nossa cultura para o mundo. Como dançarino do grupo Flor Ribeirinha, procuro transmitir para essas crianças todos os ensinamentos que recebi da nossa mestre, Dona Domingas”, afirmou.
Moradora do Residencial Jequitibá, Adrielly de Souza acompanha de perto a participação do filho Nicolas Gabriel, de 11 anos, no grupo. Para ela, a dança regional tem contribuído para o desenvolvimento pessoal do menino.
“Acho muito lindo o nosso siriri e admiro a dedicação e o amor que essas crianças têm pela nossa arte. Também percebi que meu filho perdeu a timidez que sempre teve”, relatou.
Nicolas participa do projeto há dois anos e afirma que a experiência transformou sua vida.
“O siriri chegou à minha vida há dois anos. Amo o grupo, amo a dança e tudo o que envolve essa arte”, disse o jovem dançarino.
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