VÁRZEA GRANDE
Homem é detido pela Guarda Municipal por conduzir moto com placa adulterada
VÁRZEA GRANDE
Ao verificar a documentação, os GMs constataram que o veículo, ano 2023, nunca havia sido emplacado oficialmente
A Guarda Municipal de Várzea Grande deteve, nesta terça-feira (7), um homem de 52 anos flagrado conduzindo uma motocicleta com placa adulterada nas proximidades da rotatória do Aeroporto Marechal Rondon.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, a abordagem foi realizada durante a Operação Via Azul. A equipe da GM identificou a irregularidade na placa enquanto o condutor trafegava na região do aeroporto. Ao verificar a documentação, os GMs constataram que o veículo, ano 2023, nunca havia sido emplacado oficialmente.
Ainda conforme o registro policial, o motociclista admitiu que costumava furar semáforos e trafegar acima da velocidade permitida, alegando que dessa forma “ganhava tempo e agilidade”.
“Já estávamos monitorando, pois recebemos denúncias de que alguns motociclistas estariam circulando com veículos de placas adulteradas — objetos decorativos adquiridos na plataforma Shopee e instalados por conta própria, com o intuito de evitar radares e autuações de trânsito”, explicou o comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos.
O suspeito possui passagem pela Polícia Federal, em Cáceres, pelos crimes de associação criminosa e tráfico de drogas, em 2009.
O homem foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes. Ele responderá pelo crime previsto no Artigo 311 do Código Penal, que trata da adulteração de sinal identificador de veículo automotor, com pena de três a seis anos de reclusão, além das sanções administrativas por alteração irregular nas características do veículo.
Galeria de Fotos (2 fotos)
VÁRZEA GRANDE
Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
Galeria de Fotos (3 fotos)



