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“Inclusão não é estatística, é respeito”, afirma Mário Quidá no I Encontro da Pessoa com Deficiência em Várzea Grande

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O evento integrou a programação nacional do “Dia D de Inclusão e Empregabilidade da Pessoa com Deficiência”, celebrado em todo o país, e movimentou o Várzea Grande Shopping das 10h às 17h

Várzea Grande deu um passo importante rumo à inclusão nesta segunda-feira (22), com a realização do I Encontro da Pessoa com Deficiência, promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, do Sine-VG e da Assessoria de Políticas de Inclusão. O evento integrou a programação nacional do “Dia D de Inclusão e Empregabilidade da Pessoa com Deficiência”, celebrado em todo o país, e movimentou o Várzea Grande Shopping das 10h às 17h.

Com o tema “A inclusão começa com uma oportunidade”, o encontro reuniu empresas, gestores, movimentos sociais e a própria comunidade PcD, reforçando a importância da acessibilidade, da igualdade e da valorização de talentos. Ao longo do dia, foram disponibilizadas 74 vagas de emprego exclusivas para Pessoas com Deficiência, ofertadas pelo Sine-VG em diversas áreas, como auxiliar de produção, operador de caixa, frentista e atendente de lojas.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Mário Quidá Neto, destacou que o momento vai além do cumprimento da Lei de Cotas (Lei nº 8.213/91). “A lei foi um divisor de águas no mercado de trabalho, mas inclusão não pode ser vista apenas como número. Inclusão é acessibilidade, empatia e evolução dentro das empresas. Hoje é dia de ampliar esse debate e mostrar que precisamos criar ambientes reais de crescimento para a pessoa com deficiência”, afirmou.

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A assessora especial de Políticas de Inclusão, Priscila Lima, destacou a força do evento. “Aqui não estamos apenas falando de inclusão, mas efetivando oportunidades. Várzea Grande está abrindo portas para que as pessoas com deficiência possam mostrar seus talentos e desenvolver seus trabalhos. A cidade está criando um ambiente de oportunidades reais”, disse.

O presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Diney Ribeiro Campos, ressaltou a importância da mobilização. “Cada encontro como este é uma vitória. Precisamos que essas ações sejam cada vez mais frequentes, para fortalecer a inclusão social e dar voz às pessoas com deficiência e suas famílias”, destacou.

A programação incluiu palestras, oficinas de capacitação, entrevistas de emprego, emissão de CTPS digital, laudos médicos, orientação jurídica e previdenciária, serviços de acessibilidade e espaços de bem-estar.

O auditor-fiscal do trabalho, Eduardo de Souza Maria, a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB-VG, Larissa Faria, e Joicy Corrêa, especialista em Direito Previdenciário, conduziram palestras sobre contratação e benefícios previdenciários.

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Parceiros como a Setasc, o CDL-VG, o Ministério do Trabalho e Emprego e o FAT também marcaram presença, reafirmando o compromisso coletivo com a empregabilidade e a valorização da diversidade. “Com sinergia, esperança e oportunidades concretas, o I Encontro da Pessoa com Deficiência de Várzea Grande mostrou que inclusão não é caridade, nem estatística, mas sim, respeito, reconhecimento e desenvolvimento humano”, reforçou Mario Quidá.

Essa visão, segundo Mário Quidá, reflete a nova política pública da gestão da prefeita Flávia Moretti e do vice-prefeito Tião da Zaeli, que têm colocado a inclusão social como prioridade. “É uma determinação da prefeita e o vice olhar para as pessoas com deficiência, não apenas como parte de uma estatística, mas como cidadãos plenos, com direitos e potenciais que precisam ser valorizados. Essa é a marca dessa gestão: transformar leis em ações concretas que mudam vidas e ampliam oportunidades”, completou o secretário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde de Várzea Grande reforça protocolos para identificação de pacientes sem documentos

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Servidores do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (HPSMVG) e da Rede Cegonha participaram de uma capacitação promovida pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso sobre os procedimentos de identificação e comunicação de pacientes sem documentos atendidos nas unidades de saúde.

A orientação foi conduzida pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela Política Pública de Busca e Localização de Pessoas Desaparecidas no Estado, conforme diretrizes estabelecidas pelas Leis Estaduais nº 11.601/2021 e nº 12.833/2025.

Durante a capacitação, os profissionais receberam orientações sobre os protocolos que devem ser adotados quando pacientes conscientes ou inconscientes dão entrada nas unidades sem documentação de identificação, reforçando a importância do registro adequado das informações e da comunicação imediata aos órgãos competentes.

Também foi apresentado o sistema implantado pela Polícia Civil na Delegacia Digital, destinado ao cadastramento e à comunicação de pessoas com identidade desconhecida, permitindo o cruzamento de dados e auxiliando na localização de familiares e na identificação civil dos pacientes.

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A assistente social do Pronto-Socorro Municipal, Cristiany Gonçalves, destacou que a capacitação fortalece o trabalho desenvolvido diariamente pelas equipes de saúde.

“Os profissionais da saúde lidam diariamente com histórias muito delicadas e situações complexas. Ter esse suporte e essa orientação da Polícia Civil é fundamental para que possamos atuar de forma mais segura, humanizada e eficiente, principalmente nos casos de pacientes sem identificação e em situação de vulnerabilidade”, afirmou.

A superintendente da Atenção Terciária, Ângela Saboia, ressaltou que a gestão municipal busca constantemente ampliar o diálogo entre a saúde e os órgãos da rede de proteção.

“Esse trabalho conjunto fortalece o atendimento prestado à população e garante mais segurança nos procedimentos realizados pelas equipes. Além desta capacitação, também realizamos visitas técnicas à nova Delegacia da Mulher, justamente para aproximar os serviços e fortalecer essa integração entre saúde, segurança pública e sistema de justiça”, destacou.

Segundo a Polícia Civil, as unidades hospitalares desempenham papel fundamental na política estadual de busca por pessoas desaparecidas, principalmente na comunicação rápida de casos envolvendo pacientes sem identificação civil.

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Entre as orientações repassadas aos profissionais estão a necessidade do registro fotográfico do paciente no momento do cadastro, a utilização de canais institucionais para comunicação dos casos e a alimentação correta do sistema digital disponibilizado pela Polícia Civil.

As medidas, conforme destacado pelos representantes da DHPP, contribuem diretamente para a identificação de pessoas desaparecidas, a localização de familiares e o fortalecimento da rede de proteção e assistência no Município.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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