VÁRZEA GRANDE
Mutirão do DAE elimina cerca de 25 vazamentos no Marajoara I e reforça o abastecimento de água
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O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) realizou, nesta sexta-feira (17), mais um mutirão de combate a vazamentos no bairro Marajoara I. A ação faz parte do cronograma permanente de manutenção da rede de distribuição e tem como objetivo reduzir as perdas de água, aumentar a eficiência do sistema e melhorar o abastecimento para a população.
Durante os trabalhos, as equipes técnicas identificaram e repararam aproximadamente 25 vazamentos ao longo da rede de distribuição. A iniciativa representa um importante avanço para a região, contribuindo para reduzir o desperdício de água tratada e proporcionar maior estabilidade no fornecimento.
Morador do bairro há mais de 40 anos e presidente da comunidade, Gauchinho acompanhou a execução dos serviços e destacou os benefícios que a ação trará aos moradores.
“Foram identificados aproximadamente 25 vazamentos aqui no Marajoara I. Com esses reparos, tenho certeza de que o abastecimento vai melhorar muito para todos os moradores. Quero agradecer ao presidente do DAE, a toda a equipe que esteve aqui trabalhando, em especial à assessora Elinara, e também à prefeita Flávia Moretti por olhar com atenção para as necessidades da nossa comunidade”, afirmou.
O presidente do DAE-VG destacou que o combate às perdas de água é uma das prioridades da atual gestão e ressaltou que os mutirões continuarão sendo realizados em diferentes regiões da cidade, como parte do trabalho de recuperação e fortalecimento do sistema de abastecimento.
As ações integram o planejamento do DAE-VG para ampliar a eficiência operacional, reduzir desperdícios e garantir um abastecimento cada vez mais seguro e regular para a população.
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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
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