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Prefeitura reforça limpeza no Costa Verde e cobra responsabilidade de proprietários de terrenos

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Mais de 150 toneladas de lixo foram removidas somente na ação de hoje e mais entulhos serão retirados na próxima segunda-feira, dia 21

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, iniciou mais uma força-tarefa de limpeza no bairro Costa Verde, em uma área crítica próxima à via urbana, nesta sexta-feira (18). Com apoio de seis caminhões, uma retroescavadeira e um veículo da empresa Locar, os trabalhos removeram mais de 150 toneladas de lixo doméstico, entulho, animais mortos e resíduos descartados de forma irregular.

A ação, que ocorre menos de cinco meses após a última limpeza no mesmo local, reforça o compromisso da Prefeitura com a saúde pública e o bem-estar da população. No entanto, o descarte constante de lixo na área preocupa as autoridades e revolta os moradores.

“Em fevereiro retiramos 95 toneladas de lixo. Agora, infelizmente, voltamos e o trabalho praticamente dobrou. A Prefeitura está fazendo sua parte, mas é fundamental que a população colabore, respeite os horários de coleta e não descarte lixo em locais impróprios. E também é necessário que os proprietários de terrenos assumam suas responsabilidades legais para evitar abandono de áreas como essas aqui, que acabam se tornando lixões dentro dos bairros”, criticou o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz.

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A situação causa indignação entre os moradores, que enfrentam problemas recorrentes como mau cheiro, presença de animais peçonhentos e risco de doenças, com a formação de criadouros para o Aedes aegypt, transmissor de doenças como a dengue.

Morador da região, o cadeirante Tadeu Bezerra relatou que, por diversas vezes, foi preciso pedir ajuda até para atravessar a rua por conta da quantidade de lixo acumulado e acaba extrapolando os limites do terreno. “Minha mãe também é cadeirante. Já passamos por situações muito difíceis. O lixo atrapalha a locomoção e representa um risco à saúde de todos”, afirmou.

A dona de casa Maria do Rosário, moradora há três décadas no bairro, cobrou providências do proprietário do terreno onde o lixo é constantemente descartado. “Nunca vimos o dono dessa área. Ele deveria cuidar, limpar, cercar. Está colocando toda a comunidade em risco. Isso é falta de responsabilidade”, declarou.

A jovem Thalita Ferreira da Costa também agradeceu o esforço da Prefeitura, mas ressaltou que é preciso união para evitar que o problema se repita. “Tem até um afluente do rio Cuiabá passando por aqui. É uma questão ambiental também. A Prefeitura faz o serviço, mas o dono do terreno precisa aparecer e cuidar da área. Senão, a sujeira volta”, disse.

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DENÚNCIA E CONSCIENTIZAÇÃO – A Prefeitura orienta a população para utilizar os serviços regulares de coleta de lixo e a não jogar entulho ou resíduos em terrenos baldios ou vias públicas. Denúncias de descarte irregular podem ser feitas por meio da Secretaria de Serviços Públicos ou da Ouvidoria Municipal pelos seguintes canais:

• 0800 647 4142

• (65) 3688-8001

• WhatsApp: (65) 98472-3140

• E-mail: [email protected]

A gestão municipal reforça que manter a cidade limpa é um compromisso coletivo. “A Prefeitura está presente, limpando, fiscalizando e trabalhando, mas é impossível vencer essa batalha sozinha. Precisamos da colaboração dos moradores e da responsabilidade dos donos de terrenos. Só assim vamos conseguir transformar os espaços públicos e garantir qualidade de vida para todos”, finalizou o secretário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

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A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

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Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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