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Projeto Sacola Viajante incentiva a leitura e fortalece os vínculos entre escola e família
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Aproximar a família da rotina escolar e transformar a leitura em um hábito prazeroso. Com esse objetivo, a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Maria das Graças Pinto desenvolve o projeto Sacola Viajante. A iniciativa busca estreitar os laços entre a instituição de ensino e a comunidade escolar, transformando o ambiente doméstico em uma extensão da sala de aula.
“A dinâmica do projeto é simples, mas carrega um impacto profundo. As crianças levam os livros na Sacola Viajante para ler junto com a família, com o objetivo de envolver os pais nas práticas de leitura dos filhos e, a partir daí, criar momentos de união entre todos os participantes da ação”, destacou a diretora da unidade escolar, Belma Lemes.
A diretora ressalta que essa missão não pertence apenas ao estudante. A proposta exige que a família reserve um momento do dia para abrir a sacola e realizar a leitura em conjunto.
“A ação deve ser compartilhada entre o aluno, os pais, os irmãos e os demais responsáveis”, observou.
Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, esse tempo de qualidade dedicado à leitura e à imaginação fortalece o diálogo, a empatia e o suporte emocional entre os familiares.
“A escola cumpre seu papel social de alfabetizar e educar, ao mesmo tempo em que planta, em diversos lares, a semente de uma rotina mais unida, afetuosa e repleta de conhecimento. A participação da família é fundamental nessa jornada”, pontuou.
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CMEI promove reflexão e conscientização sobre a violência contra a mulher
Nem toda violência deixa marcas visíveis. Muitas vezes, ela se esconde no silêncio, no medo, no controle e em situações que, por muito tempo, foram tratadas como algo “normal”. Para discutir essa realidade e ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Manoel Rosa de Figueiredo promoveu um encontro com a comunidade escolar.
A professora Márcia Maria de Souza Oliveira foi convidada para ministrar a palestra “A realidade da mulher não é cor de rosa”, que abriu espaço para informação, reflexão e conscientização sobre as diferentes formas de violência que podem atingir as mulheres.
“Mais do que falar sobre o problema, a iniciativa buscou fortalecer a compreensão de que informação também é uma ferramenta de proteção e que romper o silêncio pode ser o primeiro passo para buscar ajuda”, destacou a diretora da unidade escolar, Andreia Cristina Zangari.
Segundo a gestora, a atividade também reforçou o papel da educação na construção de relações baseadas no respeito, na dignidade e na valorização da vida.
“Ao trazer temas sociais para dentro do ambiente educacional, a unidade amplia o diálogo com profissionais, famílias e comunidade. O encontro também marcou o encerramento do Espaço de Saberes 2026, abordando um tema necessário e urgente, que precisa ser discutido por toda a sociedade”, afirmou.
A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que combater a violência exige uma sociedade preparada para ouvir, acolher e agir.
“Não podemos fechar os olhos para uma realidade que ainda atinge tantas mulheres. A educação tem o poder de abrir caminhos, romper silêncios e transformar comportamentos. Quando falamos sobre violência, quando orientamos e conscientizamos, estamos ajudando a construir uma rede de proteção. Nenhuma mulher deve sentir que está sozinha ou que precisa aceitar a violência como parte da sua vida”, afirmou Maria Fernanda.
A secretária ressaltou ainda que o enfrentamento à violência começa também pela mudança de atitudes e pela formação de uma cultura de respeito.
“Precisamos ensinar, desde cedo, que respeito não é uma escolha, é um princípio. Uma sociedade que educa para o respeito também se prepara para não tolerar a violência”, acrescentou.
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