VÁRZEA GRANDE
Sarau Literário celebra o Dia do Livro em Várzea Grande
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Uma noite para celebrar o Dia do Livro reuniu escritores, artistas, agentes culturais, entusiastas e amantes da leitura. O Sarau do Dia do Livro, ocorrido na noite de quinta-feira, 23, foi promovido pelo grupo Empreendedores Criativos em parceria com o Coletivo dos Escritores Contemporâneos de Várzea Grande, no Espaço Cultural Criativos – Anos da Lata.
O evento com entrada gratuita, reuniu o público em uma programação dedicada à valorização da leitura, da literatura e da produção cultural local, com apresentações de poesia, música, performance artística e reflexões sobre a importância do livro e da formação de leitores.
Entre os destaques da programação, esteve a abordagem e o debate sobre a importância da leitura no ambiente escolar, reforçando o papel da literatura no desenvolvimento educacional e cultural dos alunos e da comunidade escolar.
Representando a Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, a professora Wilcimara Carnelós participou do evento como responsável pelos projetos literários e as ações junto à Biblioteca Municipal que estão sendo desenvolvidos pela Superintendência de Cultura.
Para a superintendente de Cultura, Luh Arruda, fomentar e promover o hábito da leitura junto à comunidade escolar da rede municipal é um trabalho que está sendo desenvolvido através dos vários projetos que estão sendo trabalhados pela Cultura. “Eventos como o Sarau do Dia do Livro contribuem para reforçar nosso objetivo de incentivar a leitura nas escolas” pontuou.
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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
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