VÁRZEA GRANDE
“VG em Ação” intensifica serviços de limpeza e manutenção em diversos bairros nesta quarta-feira (29)
VÁRZEA GRANDE
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, segue com o programa “VG em Ação”, levando uma série de serviços de limpeza, manutenção e zeladoria a diferentes regiões da cidade nesta quarta-feira (29).
As equipes estão mobilizadas para realizar roçagem, capinação, retirada de bolsões de lixo, pintura de meio-fio, poda de árvores, manutenção de sinalização e semáforos, troca de lâmpadas, instalação de braços de iluminação e quebra-molas, entre outras ações que promovem bem-estar, segurança e qualidade de vida à população várzea-grandense.
Serviços de limpeza e zeladoria (Roçagem, capinação, retirada de bolsões de lixo e pintura de meio-fio)
Bairros e locais atendidos:
• Bairro Carrapicho – retirada de bolsão de lixo
• Bairro Chapéu do Céu – Avenida
• Bairro Cohab Nova Tarumã
• Bairro Engordador
• Bairro Grande Cristo Rei
• Bairro Guarita – Avenida Aleixo Ramos
• Bairro Jardim Imperial
• Bairro Jardim União
• Bairro Parque do Lago – Cemitérios Cristo Redentor e Santa Clara
• Bairro Souza Lima – Cemitério Souza Lima
• Bairro Vila Arthur
• Parque Tanque do Fancho
• Praça Nossa Senhora do Carmo
• Praça Sarita Baracat
• Prefeitura de Várzea Grande – Pátio
Serviços de iluminação pública (Troca de lâmpadas queimadas e instalação de braços de iluminação)
Bairros atendidos:
• Bairro Cidade de Deus
• Bairro Jardim Eldorado
• Bairro Nova Várzea Grande
A Prefeitura de Várzea Grande reforça seu compromisso diário com a melhoria da infraestrutura urbana, garantindo mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para todos os cidadãos.
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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
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