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A importância da representatividade feminina no Dia Internacional da Mulher

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08/03/2025
A importância da representatividade feminina no Dia Internacional da Mulher

Da Assessoria – Vereadora Katiuscia Manteli&nbsp

Neste Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é importante refletirmos sobre as conquistas e desafios das mulheres em todos os espaços da sociedade.&nbsp

Em Cuiabá, pela primeira vez na história, a Mesa Diretora da Câmara é composta única e exclusivamente por parlamentares da bancada feminina, fato considerado inédito entre todas as capitais do Brasil. Além disso, foram eleitas oito mulheres para o legislativo municipal, marcando um momento histórico de representatividade feminina. Esse avanço não é apenas simbólico ele reflete a força, a luta e a capacidade das mulheres de moldar o futuro de nossa cidade. Além disso, Cuiabá foi a capital com maior aumento no percentual de mulheres eleitas no último pleito do país, duas reeleitas e seis novas vereadoras.

Como vereadora e, atualmente, primeira-secretária da Câmara Municipal, destaco a nossa chegada ao Parlamento Cuiabano não apenas como uma conquista eleitoral, mas uma decisão ousada que culminou numa verdadeira vitória política. “Não são apenas oito mulheres eleitas, mas oito mulheres que receberam uma votação expressiva. Agora, é hora de priorizar as pautas femininas. Esse é um passo essencial para garantir que as políticas públicas atendam de maneira justa e equitativa às necessidades de todas as mulheres.”

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Além disso, acredito que essa conquista representa uma quebra de paradigma em relação à ideia de que as mulheres não votam em outras mulheres. “O apoio das mulheres foi fundamental para nossa eleição, e o eleitorado feminino demonstrou, com clareza, seu poder de escolha e transformação”, observou a vereadora.

“Este Dia Internacional da Mulher é um momento para celebrarmos a força e a coragem das mulheres, mas também para reafirmarmos o compromisso com a luta por igualdade e por um espaço mais justo para todas. A eleição dessas oito mulheres é um reflexo da capacidade de transformação que as mulheres podem exercer em todos os âmbitos da vida pública. E essa mudança já começou a ser concretizada.”

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Assistência Social leva conscientização sobre trabalho infantil à Feira do Osmar Cabral

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Uma equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão realizou ação de conscientização sobre os prejuízos do trabalho infantil na Feira do bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. A iniciativa integrou as atividades do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e teve como foco orientar feirantes, consumidores e trabalhadores sobre os impactos da exploração do trabalho infantil e os canais disponíveis para denúncia, na noite de quinta feira (18).

Durante a mobilização, servidores distribuíram folders informativos, apresentaram banners educativos e conversaram com o público sobre os riscos que o trabalho precoce representa para o desenvolvimento de crianças e adolescentes. Entre os principais temas abordados estiveram a evasão escolar, os prejuízos físicos e emocionais, além da perpetuação de ciclos de vulnerabilidade social.

De acordo com a legislação brasileira, o trabalho é proibido para menores de 16 anos, exceto na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos, seguindo regras específicas de proteção. A ação destacou que o combate ao trabalho infantil não significa ser contra o trabalho, mas contra situações de exploração que comprometem direitos fundamentais, como educação, lazer, convivência familiar e desenvolvimento saudável.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, ressaltou a importância de ampliar o debate junto à população.

“O enfrentamento ao trabalho infantil passa pela informação e pela conscientização. Muitas vezes, práticas que parecem naturais acabam privando crianças de direitos essenciais, como estudar, brincar e se desenvolver plenamente. Nosso objetivo é fortalecer essa reflexão junto à comunidade e incentivar a proteção integral de crianças e adolescentes”, afirmou.

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A ação também abriu espaço para o diálogo com a população sobre um tema que costuma gerar diferentes opiniões. Entre os feirantes, houve consenso sobre a necessidade de combater situações de exploração, embora alguns tenham defendido a distinção entre o trabalho infantil e a participação eventual dos filhos nas atividades familiares.

O comerciante Mauro Neves Sobrinho, que atua há dez anos na feira, avaliou que é importante diferenciar a ajuda prestada pelos filhos aos pais de situações de exploração. Para ele, jornadas excessivas, esforços incompatíveis com a idade e atividades que afastam a criança da escola representam formas prejudiciais de trabalho infantil.

Entre os consumidores, muitos relataram desconhecimento sobre os canais de denúncia. A profissional de marketing Isabelle Aquino considerou importante a presença da equipe da assistência social na feira para ampliar o acesso à informação.

“Muitas pessoas acabam normalizando situações de trabalho infantil ou não sabem que elas precisam ser denunciadas. Essas ações ajudam a conscientizar e esclarecer a população”, afirmou.

O psicólogo Jonias Pereira Nunes da Mota destacou que a informação é uma das principais ferramentas de prevenção. Segundo ele, a presença dos órgãos públicos em espaços de grande circulação contribui para esclarecer dúvidas e aproximar a população das políticas de proteção à infância.

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Já o trabalhador Nilson Fonseca Ferreira avaliou que campanhas educativas ajudam a orientar a sociedade sobre onde buscar ajuda e como agir diante de casos de exploração infantil. Para ele, a infância deve ser dedicada ao estudo, às brincadeiras e ao desenvolvimento pessoal.

A organizadora da feira, Patrícia Albuquerque, observou que o cenário mudou ao longo dos anos. Segundo ela, situações de trabalho infantil eram mais comuns no passado, mas atualmente a prática tem se tornado menos frequente graças à conscientização da sociedade. Ainda assim, considera importante manter ações educativas e de orientação.

O material distribuído durante a mobilização reforçou que o trabalho infantil pode expor crianças e adolescentes à violência, acidentes, exploração sexual, abandono escolar e outras situações que comprometem seu futuro. O folder também destacou que atividades realizadas nas ruas, como vendas ambulantes, pedidos de esmola e apresentações em semáforos, estão entre as piores formas de trabalho infantil previstas pela legislação.

Ao levar a discussão para um dos espaços mais movimentados da comunidade, a ação buscou ampliar o conhecimento da população sobre o tema e fortalecer a rede de proteção à infância, incentivando a denúncia de situações de exploração e a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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