CUIABÁ
Edna cobra adaptação a ensino integral e ampliação de vagas
CUIABÁ
10/08/2023
Edna cobra adaptação a ensino integral e ampliação de vagas
A vereadora Edna Sampaio (PT) questionou a secretária de Educação de Cuiabá, Edilene de Souza Machado, que passou por sabatina na Câmara, sobre os impactos sofridos pela educação devido à redução no percentual aplicado pela prefeitura na pasta, que caiu para 16%, abaixo dos 25% constitucionalmente definidos.
A redução foi permitida pela Emenda Constitucional 119, publicada durante o governo Bolsonaro, que isentou de responsabilidade estados e municípios, e seus gestores pela não aplicação de percentuais mínimos de gastos em educação em 2020 e 2021, devido à pandemia.
Edna citou uma pesquisa do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação de Mato Grosso (Gaepe-MT), que identificou mais de 20 mil crianças na fila de espera por matrícula no Estado. Para a parlamentar, os números ainda estão subnotificados.
A secretária explicou que a capital ainda não atende a toda a clientela de 0 a 3 anos e 11 meses, mas que já ultrapassou a meta para 2024. Também disse que, de acordo com o IBGE, cerca de 19 mil crianças estão fora da escola, mas que o executivo leva em consideração quem efetivamente se matricula pelo sistema MatriculaWeb. De acordo com ele, há apenas 4 mil estudantes entre 0 a 3 anos e 11 meses nessa situação.
Edna questionou que medidas estão sendo tomadas nas reformas das unidades para enfrentar esse déficit educacional Ela cobrou ampliação no número de vagas e a adaptação e construção de novas escolas para atender aos critérios da política de escola integral do atual governo.
O executivo afirmou que há unidades com atividades de contraturno escolar e que serão abertas mais duas mil vagas para o próximo ano. Não foram apresentados planos para a adaptação das unidades ao tempo integral. Esta modalidade existe apenas em uma escola, no bairro Jardim Eldorado.
“Na minha avaliação, a educação integral não pode ser atendida com os mesmos prédios, a mesma infraestrutura que atende o ensino em tempo parcial. A lógica é outra, o trabalho é outro, a quantidade de profissionais também será maior”, disse Edna Sampaio.
A parlamentar ainda pediu que a Lei Orgânica da Educação (LOE) seja mais bem debatida com a sociedade e os trabalhadores antes de ser encaminhada à Casa.
“Queria pedir à senhora que, quando fosse encaminhar a LOE que chame todos os que têm contendas em relação à lei, para que sejam resolvidas no âmbito dos trabalhadores e não traga a disputa para dentro da Câmara. Se não acabamos não fazendo a discussão que interessa, vira uma disputa improdutiva para a categoria e para a Câmara”, disse a vereadora.
Da Assessoria 
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade
Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli
A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
• Falta de saneamento básico;
• Ausência de pavimentação;
• Problemas de drenagem;
• Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
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