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Secretário de Turismo de Cuiabá participa de debate sobre concessão do Parque Nacional de Chapada

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O secretário municipal de Turismo, Zito Adrien, irá representar a Prefeitura de Cuiabá durante nas audiências públicas que discutirão a concessão de serviços de apoio ao uso público do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. O debate ocorrerá no dia 12 de maio, às 15h, na sede do Sebrae-MT (Centro Político Administrativo) e no dia 13, a discussão será às 9, na Câmara Municipal de Chapada dos Guimarães. 
“Vamos levar a preocupação do município de Cuiabá, escutar a população, o setor do turismo e a todos. A preocupação no caso, é que as cidades ao entorno devem se preparar para receber mais turistas, pois, o conforme dados do Instituto Chico Mendes de Conservação de Biodiversidade (ICMBio), antes da pandemia o Parque recebia em torno de 180 mil pessoas, e com essa concessão é provável que esse número aumente duas  ou três vezes mais. Teremos que estar preparados para receber esses turistas também. A grande Baixada Cuiabana terá um impacto muito positivo com essa concessão. Precisamos recuperar o segmento do turismo . Daqui para frente, vamos potencializar, precisamos disso porque é mão de obra, emprego, viabilizar uma série de pessoas que estão sem opção de emprego e essa concessão vai trazer muito mais empregos  para a nossa população”, avalia o secretário de Turismo de Cuiabá, Zito Adrien. 
O Parque Nacional tem uma área de aproximadamente 33 mil hectares, está localizado entre os municípios de Cuiabá (62%) e Chapada dos Guimarães (38%), e é considerado um dos dez mais visitados do país. Conforme o Decreto Federal nº 97.656, editado em 1889, o local é classificado como uma unidade de conservação, gerenciada pelo ICMBio.

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As duas sessões de audiência pública em modalidade presencial e  terá a  transmissão ao vivo pelo canal do ICMBio no YouTube, conforme agenda a seguir: E para participar, se inscreva através do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_h_5kCc9roOAaKjP5M4DTRTyRtUb6dhHZcGPCskXgcCnI7A/viewform 
 
 

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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