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Medicina hiperbárica do HMC é destaque em jornal internacional

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O “Journal of Trauma and Injury  – JTI”, jornal coreano de renome internacional, publicou dia 26 de maio, o relato de caso de um paciente da rede SUS, tratado no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) com oxigenoterapia hiperbárica (OHB) para uma lesão por esmagamento na mão. O artigo foi assinado pela equipe médica do HMC. Inédito na rede SUS, a oxigenoterapia hiperbárica é realizada desde 2021, no HMC. O tratamento revolucionário é o divisor de águas na recuperação de pacientes vítimas de lesões decorrentes de traumas, feridas, queimaduras e infecções. 

Segundo o médico hiperbarista, Pedro Henry, o tratamento acelera o processo de cicatrização, diminui o risco de infecção e reduz o tempo de internação de pacientes hospitalizados. “O paciente é colocado em uma câmara hiperbárica por 90 minutos, durante esse tempo, o paciente inala oxigênio a 100%, em um ambiente cuja pressão é cerca de 2,5 vezes maior que a pressão atmosférica normal. A absorção maciça de oxigênio que ocorre nessas condições eleva para mais de 20 vezes os valores normais da pressão de oxigênio no organismo humano. Isso é um tratamento de ponta que produz  inúmeros efeitos benéficos nos pacientes, reduzindo amputações e o número de pessoas com sequelas, explicou Henry. 

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O diretor-técnico do HMC e cirurgião plástico, Carlos Maranhão, ressaltou que o relato de caso divulgado pelo jornal coreano JTI, se refere ao tratamento de um paciente que sofreu esmagamento na mão em decorrência de um acidente automobilístico na capital mato-grossense. O paciente foi submetido a cirurgia reconstrutiva na mão, com a equipe do dr. Adriano Pinho, ortopedista especializado em cirurgia de mão e necessitou de enxerto realizado pela nossa equipe. 

Segundo o diretor-geral Paulo Rós, da Empresa Cuiabana de Saúde Pública – ECSP, que administra o HMC, é muito comum na rede SUS, situações de traumas de grande energia decorrentes de inúmeros acidentes que acontecem em todo o estado. “Poder contar com a oxigenoterapia hiperbárica – OHB é uma possibilidade muito interessante. No caso relatado o que mais impressiona é a recuperação total da função da mão do paciente, possibilitando exercer suas atividades cotidianas e de trabalho”, pontuou Rós. “Talvez se fosse atendido em outro hospital sem o recurso da OHB, poderia ter perdido a mão e hoje fosse mais um sequelado, inviabilizado para o trabalho pleno”, completou. 

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A medicina hiperbárica foi implantada em junho do ano de 2021 para auxiliar na recuperação dos pacientes da rede SUS. São realizadas em média 600 sessões ao mês na câmara hiperbárica.  “O tratamento é de última geração e traz grandes benefícios. Temos pacientes que já realizaram 90 sessões, se fossem fazer esse tratamento na rede privada os gastos seriam exorbitantes. O preço médio por sessão em uma unidade particular é de R$ 700,00 reais.  São poucos os hospitais públicos que oferecem esse serviço no País. Este é tratamento de padrão ouro, reconhecido internacionalmente, e que a gestão eficiente do prefeito Emanuel Pinheiro oferece à população mato-grossense”, concluiu Rós.

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Mato Grosso AgroFestival é sucesso e coloca Cuiabá no centro da cultura e do agronegócio

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A primeira edição do Mato Grosso AgroFestival chegou ao fim com uma programação que reuniu música, cultura, tradição e esporte no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá. O último dia foi marcado por apresentações regionais, pela final do Rodeio Cutiano, pela decisão da etapa internacional da Professional Bull Riders (PBR) Brasil e pelo show nacional de encerramento da dupla Di Paullo & Paulino, neste domingo (9). Passaram pelo evento, nos três dias de programação, mais de 200 mil pessoas de cuiabá e do interior do estado.

Durante a tarde, o público acompanhou uma programação cultural diversificada. As atividades começaram com a apresentação de Holy Praise, seguida pela Violada Cuiabana, que reuniu Douglas Cabral, Jonathan & Adam, Fabrício & Fernando, Rafa Barros e o secretário municipal de Cultura, Johnny Everson.

Na sequência, passaram pelo palco o Power Rock Trio, as duplas Sara & Lívia e Rafa Garcia, além do Trio Maravilha. A programação musical da tarde foi encerrada com o show nacional da dupla Bison & Comassetto, que levou ao público um repertório marcado pela música sertaneja e pela identidade regional.

Para quem esteve no festival pela primeira vez, a experiência foi marcada pela organização e pelas atrações oferecidas. A promotora de vendas Marlin Madureira contou que conheceu o evento justamente no último dia.

“É a primeira vez que eu venho aqui. Estou achando muito maravilhoso. A organização está muito linda, muito bom. Estou amando aqui”, afirmou.

À noite, a programação entrou na reta final com a abertura da decisão do Rodeio Cutiano, acompanhada de uma apresentação de Cururu, manifestação tradicional da cultura mato-grossense. Em seguida, o público acompanhou a grande final da etapa internacional da PBR Brasil, reunindo competidores em uma das principais atrações esportivas do festival.

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O encerramento oficial ficou por conta da dupla Di Paullo & Paulino, que subiu ao palco às 22h30 para o último show nacional da primeira edição do Mato Grosso AgroFestival.

Balanço positivo

Ao fazer um balanço dos três dias de evento, o secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, classificou a primeira edição como um sucesso e afirmou que o resultado superou as expectativas da organização.

“Sucesso total. Superou todas as expectativas. Muitas coisas nós podemos melhorar, mas a gente só consegue entender realizando. Foi um evento realizado em 30 dias, com recursos extremamente limitados e com um corpo técnico operacional que se desdobrou”, destacou.

Segundo o secretário, aproximadamente 300 profissionais atuaram na realização do festival, em uma estrutura que, de acordo com ele, exigiria uma equipe ainda maior.

Johnny também destacou a participação do público nas atrações nacionais, regionais e nos rodeios. Segundo ele, as competições transcorreram dentro do planejamento e sem acidentes que prejudicassem os competidores.

“O público veio e marcou presença num local distante do centro da cidade. Há uma certa dificuldade em trazer as pessoas, especialmente as que não têm condições de pagar seu ingresso e, ao mesmo tempo, alimentar seus filhos e sua família na praça de alimentação”, explicou.

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Como estratégia para ampliar o acesso, o evento contou com gratuidade nas linhas de ônibus, nos estacionamentos e em acessos privilegiados dentro do festival. A iniciativa, segundo o secretário, buscou garantir que o público pudesse acompanhar as principais atrações com conforto e boa visibilidade.

Johnny Everson também afirmou que a intenção é que o Mato Grosso AgroFestival tenha continuidade e seja realizado anualmente.

“Nasce para ser feito uma vez por ano e, se Deus permitir, quero continuar compondo esse grupo de realização. Porque nada se faz sozinho”, afirmou.

O secretário encerrou o balanço destacando o sentimento de gratidão após os três dias de programação.

“Gratidão, plena felicidade. Hoje eu me sinto uma pessoa extremamente realizada. E, se eu aposentasse hoje, seria uma pessoa completamente feliz, porque teria dentro de mim a sensação de dever cumprido”, declarou.

Com a programação encerrada, o Mato Grosso AgroFestival concluiu sua primeira edição reunindo cultura, música, manifestações tradicionais e competições de rodeio em um dos principais espaços de eventos de Cuiabá. A proposta é fortalecer a integração entre o campo e a cidade e consolidar o Parque Novo Mato Grosso como espaço para a realização de grandes eventos culturais, esportivos e ligados ao agronegócio.

Promovido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, o Mato Grosso AgroFestival foi realizado em parceria com o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Instituto Cordemato e Ministério do Esporte, com recursos provenientes de emendas parlamentares.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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