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Ouvidor-geral afirma que prioridade para 2023 é fortalecer relações entre os gestores municipais e população

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O novo ouvidor-geral da Prefeitura de Cuiabá, Jessé França, em sua apresentação de boas-vindas no biênio 2023-2024, afirmou que a prioridade para 2023 da Ouvidoria Geral do Município (OGM), consistirá no fortalecimento das relações entre os gestores públicos e a população. Para consolidação da medida, planeja o desenvolvimento de ações interativas, no âmbito interno e externo da Prefeitura de Cuiabá.

Reforça que promoverá ações em bairros com a finalidade de detectar as reais carências dos cidadãos que, posteriormente, serão encaminhadas até o Executivo Municipal para adoção de medidas de resolução, ampliando assim, a oferta e qualidade dos serviços públicos na cidade.

“Estamos na parte de conclusão das análises internas de projetos modernos e inovadores para depois divulgá-los de forma clara para sociedade. Queremos chegar onde o povo está, ouvindo e buscando ajudar da melhor forma possível, com a participação direta dos secretários”, disse Jessé.

A principal atividade executada pelo órgão consiste no recebimento e tratativas adequadas das manifestações populares, sejam elas, no modelo de sugestões, elogios, denúncias e reclamações, respondendo de forma célere e concisa cada uma delas, presentes em 22 secretarias.

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As unidades da OGM funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

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ATENDIMENTO VIA TELEFONE:

Tel: 0800 645 01 56

ATENDIMENTO VIA E-MAIL:

Email: [email protected]

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(65)99263-9779

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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