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Paula Calil fecha primeiro ano de mandato com 20 leis sancionadas e mais de 13 mil indicações apresentadas em Cuiabá

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Nathany Gomes | Assessoria da vereadora Paula Calil 
A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), concluiu o primeiro ano de mandato com expressiva produção legislativa em favor da população cuiabana. Ao longo dos 12 meses, a parlamentar apresentou 76 projetos de lei, dos quais 20 já se encontram aprovados e sancionados pelo Executivo municipal, revertendo-se em benefícios práticos à população. Além disso, ao longo do ano, foram apresentadas mais de 13,5 mil indicações, refletindo uma atuação voltada à escuta das demandas da cidade e à busca por soluções efetivas.
Eleita com 5.460 votos, Paula Calil viveu sua primeira experiência no Legislativo em 2025, tendo como principais bandeiras de atuação a defesa e a garantia dos direitos das mulheres. Destacam-se leis, inclusive, com engajamento masculino, como “Cuiabá Protege Mulheres” e “Homens de Verdade Protegem Mulheres”, além do incentivo ao empreendedorismo feminino, da regularização fundiária, do reconhecimento cultural e social da capital e da educação financeira, bem como das áreas da saúde e da educação, nas quais foram registrados avanços significativos ao longo de 2025.
Outro destaque do período foi o fomento à participação popular e a aproximação do Legislativo com a comunidade, por meio audiências públicas e sessões solenes, com entrega de moções de aplausos em regiões como Jardim Eldorado e adjacências, São Francisco e São João Del Rey, entre outras.
Ao avaliar o primeiro ano de mandato, a vereadora ressaltou os desafios enfrentados e a importância da construção coletiva.
“Este foi um ano de grandes aprendizados e também de superação de desafios. Assumir a responsabilidade do mandato exigiu muito trabalho, diálogo e compromisso com a população. Cada entrega e cada avanço foram construídos em parceria, sempre com o objetivo de melhorar a vida dos cuiabanos”, afirmou Paula.
Além da produção legislativa, a parlamentar articulou melhorias estruturais, posteriormente executadas pela Prefeitura de Cuiabá. O balanço do primeiro ano também contabilizou 2.291 moções de aplausos protocoladas, 30 projetos de decreto legislativo, 19 audiências públicas realizadas e 91 requerimentos de informação apresentados.
Para 2026, a presidente da Câmara afirma que a meta é intensificar as ações, mantendo o foco no cuidado social, na boa gestão dos recursos públicos, na valorização cultural e no fortalecimento da administração e da produtividade legislativa, reforçando o compromisso com uma Câmara cada vez mais próxima da população.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Doação de órgãos realizada no HMC beneficia pacientes de quatro estados

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Em meio à dor de uma despedida, um gesto de solidariedade pode significar o recomeço para outras famílias. Foi com esse sentimento que o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), administrado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), realizou, na manhã desta quarta-feira (2), a captação de múltiplos órgãos e tecidos de um paciente de 51 anos, vítima de traumatismo craniano após uma queda de aproximadamente 1,5 metro.

Antes do início do procedimento, profissionais do hospital realizaram o tradicional corredor da honra, também conhecido como corredor de aplausos. O momento foi marcado por respeito e emoção em homenagem ao doador e à família, que, mesmo diante de uma perda irreparável, autorizou a doação dos órgãos.

A captação teve início às 10h50 e mobilizou mais de 50 profissionais, entre equipes do próprio HMC e especialistas que vieram de Campo Grande (MS) para participar do procedimento.

Foram captados fígado, dois rins e córneas. O fígado foi destinado a Mato Grosso do Sul. O rim direito seguirá para o Rio Grande do Sul, enquanto o rim esquerdo será encaminhado para Pernambuco. As córneas foram captadas para implante local.

A ação representa a possibilidade de salvar quatro vidas e ainda beneficiar pacientes que aguardam por transplante de córnea.

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Para a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, a doação representa um gesto de extrema generosidade em um momento de profunda dor para a família.

“É uma perda irreversível para a família, mas, ao mesmo tempo, uma oportunidade de ajudar outras vidas. A nossa gratidão a esses familiares é imensa. Neste Setembro Verde, precisamos reforçar a importância de conversar sobre a doação de órgãos dentro de casa, com nossos parentes, para que, se uma tragédia vier a acontecer, essa possibilidade seja analisada com carinho e sensibilidade. Existe uma longa fila de pessoas esperando por um transplante, e hoje essa família está ajudando a mudar a história de outras pessoas.”

A captação realizada no HMC ocorre justamente no mês em que são ampliadas as ações de conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos. O Setembro Verde busca estimular o diálogo sobre o tema e mostrar à população que uma única decisão pode representar uma nova oportunidade para várias pessoas.

A diretora-geral de Saúde Pública, Kelluby Oliveira, destacou que a captação é resultado de uma grande mobilização das equipes e reforçou o significado do corredor da honra como uma forma de reconhecer a família e o doador.

“Hoje mais de 50 profissionais se mobilizaram para que essa doação pudesse acontecer. O corredor da honra é um momento de respeito, gratidão e reconhecimento. É a nossa forma de homenagear esse paciente e, principalmente, essa família, que, em meio à dor, possibilitou que outras pessoas tivessem uma nova chance.”

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A captação desta quarta-feira reforça que, mesmo diante de uma despedida marcada pela dor, a solidariedade pode permanecer como legado. Para quatro pessoas que aguardam por um transplante, a decisão de uma família significará uma nova oportunidade de vida.

O médico Eduardo Andraus, responsável técnico do HMC, explicou que a doação só ocorre após protocolos rigorosos que confirmam a morte encefálica.

“A morte encefálica é uma condição irreversível, diagnosticada por protocolos muito rígidos que comprovam que o cérebro deixou de funcionar. Mesmo que o coração continue batendo por um período, a pessoa já faleceu. A confirmação é feita de maneira criteriosa e segura, permitindo que, quando a família autoriza a doação, os órgãos sejam preservados e encaminhados para pacientes que aguardam por um transplante.”

No Brasil, a autorização da família é fundamental para que a doação de órgãos de um potencial doador falecido possa ocorrer. Por isso, além de ter o desejo de ser doador, é importante conversar com os familiares e deixar clara essa vontade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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