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Prefeito e diretor lamentam a morte de coordenador da Defesa Civil aos 56 anos

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro e o diretor da Defesa Civil, José Pedro Zanetti, receberam com muita tristeza a notícia do falecimento de um dos servidores mais antigos do órgão, Leicimar Vieira Neves, de 56 anos, registrado na manhã desta segunda-feira (7). Ele faleceu em casa em razão de problemas cardíacos.

Colaborador da Defesa Civil desde 2004, atualmente ocupava o cargo de coordenador da Defesa Civil em Cuiabá. “Leicimar era um servidor proativo, sempre preocupado em prestar serviço de excelência à capital. Um homem que deixa o legado  de serviço ao próximo, tendo a responsabilidade com uma marca. Cuiabá perde um grande colaborador. Meu sincero sentimento de pesar e que Deus possa confortar o coração dos familiares em um momento em que a dor é excruciante”, lamentou o prefeito Emanuel Pinheiro.

Atordoados diante da perda, os companheiros de trabalho contam que  Leicimar já acumulava tempo para aposentadoria, mas diante de sua paixão pelo trabalho, por seu imenso compromisso, esse era um assunto que não permeava os pensamento de Leicimar.

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“Nosso amigo Leicimar era alegre, um grande companheiro. Era realmente  apaixonado pelo que fazia. Ele sofria com  com a diabetes e hipertensão, mas mesmo assim, mesmo com os problemas de saúde, ele não se deixava  atrapalhar. Mantinha a disposição em atender, cuidar do próximo. Já poderia ter se aposentado, mas ele não pensava  nisso. Nem cogitava deixar o trabalho na Defesa Civil”, declarou o colega de equipe,  o agente de Regulação e Fiscalização e Técnico em Defesa Civil, Benedito Bacura.

“Não consigo nem imaginar como será o andamento dos trabalhos na Defesa Civil sem o meu amigo e, estimado,  coordenador Leicimar. Ter recebido essa notícia, já logo pela manhã dessa segunda-feira, me deixou em choque. Meu Deus…, que tristeza!”, disse o diretor da Defesa Civil, José Pedro Zanetti.

Leicimar Vieira Neves deixa esposa e três filhos, sendo duas meninas e um menino de seis anos. O local do velório e sepultamento ainda não foram divulgados.

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Prefeito e secretário encaminham projeto à Câmara para permitir renovação de contratos da Educação

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e o secretário municipal de Educação, Reginaldo Alves Teixeira, encaminharam à Câmara Municipal um projeto de lei que amplia o prazo para contratação temporária de profissionais da Rede Municipal de Ensino. A proposta busca permitir a renovação de contratos e reduzir a necessidade de realização recorrente de processos seletivos, garantindo maior continuidade aos serviços educacionais. O Projeto de Lei nº 383/2026 foi protocolado pelo Executivo em 24 de agosto.

O prefeito Abilio Brunini destacou que a proposta busca evitar a realização de processos seletivos todos os anos para atender a uma necessidade que permanece na Rede Municipal de Ensino. “Eu tenho o desejo de evitar que fique fazendo processo seletivo todos os anos. Nós vamos fazer um processo seletivo, vale contrato dois anos, a gente renova e depois faz um processo seletivo novo”, afirmou. Segundo ele, a medida permite dar maior estabilidade ao planejamento da Educação, sem deixar de cumprir a exigência de realização de concurso público.

A proposta altera a Lei Municipal nº 4.424, de 2003, que regulamenta as contratações temporárias por excepcional interesse público. Pelo texto, os contratos enquadrados na hipótese de contratação de professores substitutos e visitantes poderão ter duração de até 18 meses, com possibilidade de uma única prorrogação por igual período, alcançando o limite máximo de 36 meses. A mudança também prevê a aplicação da nova regra aos contratos temporários vigentes e aos processos seletivos simplificados ainda dentro do prazo de validade, desde que atendidos os requisitos legais.

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Durante conversa sobre a medida, o prefeito destacou que pretende evitar a realização de novos processos seletivos todos os anos quando a necessidade de profissionais permanece. “Eu tenho o desejo de evitar que fique fazendo processo seletivo todos os anos. Nós vamos fazer um processo seletivo, vale contrato dois anos, a gente renova e depois faz um processo seletivo novo”, afirmou Abilio, ao explicar que a mudança também será acompanhada dos estudos necessários para a realização de concurso público na Educação.

Segundo o secretário Reginaldo, a equipe técnica da Secretaria de Educação realizou estudos e buscou orientação jurídica para estruturar a proposta. A Secretaria havia encaminhado à Procuradoria-Geral do Município uma solicitação para analisar a alteração da legislação e a possibilidade de aplicar a nova sistemática aos contratos e processos seletivos em andamento.

O secretário municipal de Educação, Reginaldo Alves Teixeira, ressaltou que, paralelamente à proposta de alteração da legislação, já está em andamento o planejamento para a realização de concurso público na Educação. “Em paralelo, a gente está fazendo um estudo também para continuar aí com o concurso público, que é uma exigência aí já faz há bastante tempo, e a gente está fazendo esse estudo”, afirmou. Ele explicou que, enquanto o concurso é estruturado, a Secretaria trabalha para viabilizar a renovação dos contratos dos profissionais selecionados, caso a Câmara aprove a alteração legislativa.

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A justificativa administrativa aponta que a realização sucessiva de processos seletivos exige mobilização de equipes para elaboração de editais, inscrições, análise documental, recursos, homologação, convocação, contratação, cadastramento, atribuição e lotação. A repetição desses procedimentos também gera custos e pode provocar dificuldades na organização das unidades e no início dos períodos letivos.

Para os professores, a Secretaria destaca ainda o impacto pedagógico da continuidade dos profissionais. A permanência durante o período em que existir a necessidade temporária contribui para preservar o planejamento, acompanhar a aprendizagem dos estudantes e manter a integração entre docentes, equipes gestoras e comunidade escolar.

A proposta, no entanto, não garante a renovação automática dos contratos. O texto estabelece que a prorrogação dependerá da necessidade da Administração, da permanência da situação temporária de excepcional interesse público, da disponibilidade orçamentária e financeira e do cumprimento dos demais requisitos legais.

O projeto também deixa claro que a ampliação do prazo não transforma os contratos temporários em vínculos permanentes e não substitui o concurso público como forma de ingresso efetivo no serviço público. A Prefeitura informou que, paralelamente à tramitação da proposta, a Secretaria de Educação trabalha em estudos para avançar na realização de concurso público para a área.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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