CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

CUIABÁ

Prefeito e primeira-dama lamentam falecimento de auditor fiscal que teve 30 anos de carreira

Publicados

CUIABÁ

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e a primeira-dama, Samantha Iris, manifestaram pesar pelo falecimento do auditor fiscal tributário da Receita Municipal, Luiz Carlos de Albuquerque Nunes. O servidor público faleceu no início da noite desta segunda-feira (21).

Luiz Carlos ingressou no serviço público em 1990, após ser aprovado no primeiro concurso destinado a cargos de nível superior da Prefeitura de Cuiabá, ocupando a função de auditor fiscal, atualmente vinculada à Secretaria Municipal de Economia. Ao longo de sua trajetória profissional, prestou relevantes serviços ao município, contribuindo significativamente para a gestão tributária e fiscal da capital, tendo atuado por 30 anos no município.

O servidor integrava o quadro de aposentados da Prefeitura. Ele deixa esposa e filhos.

“Luiz Carlos fez parte de uma geração de servidores que ajudou a estruturar e fortalecer a administração pública de Cuiabá. Seu compromisso e dedicação ao serviço público deixaram um legado de seriedade e responsabilidade. Neste momento de dor, me solidarizo com todos os familiares e amigos”, declarou o prefeito Abilio Brunini.

Leia Também:  Museu da Caixa D’Água Velha abre neste sábado exposição "Unidos pela Arte"

O sepultamento está previsto para a manhã desta terça-feira (22).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Propaganda

CUIABÁ

Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

Publicados

em

A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

Leia Também:  Museu da Caixa D’Água Velha abre neste sábado exposição "Unidos pela Arte"

Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

Leia Também:  Michelly articula Cmei para atender crianças da região do bairro Santa Terezinha

Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA