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Prefeito lamenta falecimento e destaca atuação de Betsey Miranda na promoção dos direitos humanos

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, e a primeira-dama Marcia Pinheiro, lamentaram ;o falecimento da advogada ;Betsey Polistchuk de Miranda, aos 78 anos, na tarde de terça-feira (21). Advogada, reconhecida nacionalmente por sua atuação e promoção aos direitos humanos, garantiu ser a voz para que minorias tivessem os direitos respeitados. Betsey ;estava em tratamento médico em Santa Catarina. ;

“Meu respeito e condolências à família em um momento de tamanha dor. Compartilhamos da mesma formação, a advocacia. ;Fica o conforto aos familiares de minha colega de profissão, saber que Betsey sempre atuou de forma eficaz pelos mais vulneráveis. Uma mulher de fibra e que deixa um legado pautado pelo respeito e busca incessante pelo conhecimento”, declarou Emanuel. ; ;

Na Ordem dos Advogados do Brasil – OAB-MT foi uma personalidade de grande expressão. Presidiu a Comissão de Direitos Humanos (CDH) e atuou como Conselheira Estadual. Na diretoria da instituição, foi Secretária Geral na gestão do presidente Francisco Faiad.

Em reconhecimento por toda sua história, a OAB-MT decreta luto por três dias e expressa pesar aos familiares nesse momento de dor, especialmente ao filho, pela perda dessa gigante da advocacia.

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Não haverá velório em respeito ao desejo dela. O corpo será cremado nesta quarta-feira (22) às 15h em Joinvile (SC), onde estava em tratamento ao lado do filho. Mais tarde, seus restos mortais serão lançados em Mato Grosso, na Chapada dos Guimarães, que era a sua paixão.

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Com informações da OAB-MT

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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