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Prefeito recebe visita do imperador e imperatriz da Festa do Senhor Divino

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, recebeu na tarde desta segunda-feira (09), a visita do imperador e imperatriz da Festa do Senhor Divino 2022, Samuel Blairo Locks e Mariuza Arruda, em seu gabinete no Palácio Alencastro. Também estiveram presentes, o capitão do mastro, Arthur Braz, da festeira, Enil Moraes e a organizadora do evento, Luzienne Brazno.

O festejo do Senhor Divino é uma das manifestações mais tradicionais da religiosidade mato-grossense, cuja celebração é datada desde os tempos do Brasil Império.

Neste ano, a festa ocorre entre os dias 22 de maio e 5 de junho, com a tradicional esmola percorrendo as ruas da capital. O baile e encerra com a missa de Pentecostes, celebrada pelo bispo Dom Mário Antônio da Silva, seguida da procissão e quermesse na Praça Alencastro.

“Neste ano, a Prefeitura de Cuiabá nos apoiará com a estrutura para realização da quermesse e da esmola, mantendo viva mais uma tradição secular cuiabana”, explicou Luzienne.

O prefeito Emanuel Pinheiro lembra a tradição da festa do Senhor Divino e afirma que a Prefeitura está de portas abertas para apoiar a realização da celebração.

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“É um prazer enormes recebê-los, a Prefeitura está sempre de portas abertas para a celebração do Senhor Divino, que é uma tradição. A fé Cristã é uma característica do povo cuiabano e devemos mantê-la sempre viva”, declarou o prefeito.  

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Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

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A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

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“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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