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Prefeitura de Cuiabá terá projeto moderno de controle populacional de animais domésticos
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Com a finalidade de contribuir para diminuição dos casos de abandono e maus-tratos contra os pets, a Prefeitura de Cuiabá, estrutura um projeto moderno e inovador de controle populacional direcionado aos animais domésticos. A ação, considerada inédita no Brasil, inclui uma série de vantagens da prestação de serviços, como por exemplo, microchipagem, carteiras digitais de vacinação e identificação, sistema de controle de castrações, adoções, emissão de certificados clínicos, entre outros, por meio do monitoramento foi firmado com a empresa Petimuni Agência Online de Serviços, pelo prazo de 12 meses, com a cobertura inicial de até 20 mil inscritos, no entanto, o número poderá ser ampliado. O trabalho será executado por meio do Centro de Controle de Zoonoses, estrutura da Secretaria Municipal de Saúde.
O planejamento completo encontra-se em fase de formulação e, após o término, será oficialmente apresentado à população cuiabana.
O projeto recebeu emenda de R$ 500 mil destinada pelo vereador da capital, Sargento Vidal e demais valores deverão ser aplicados pela Fonte 100 – não creditados até o momento, respectivamente.
O prefeito Emanuel Pinheiro reforçou o seu compromisso em favor do tema. Segundo ele, a defesa e conservação dos direitos dos cidadão é primiordial na consolidação de uma sociedade justa e igualitária, porém, é preciso ampliar os horizontes, olhando para todos os que mais precisam, sem distinções. “Todos nós precisamos do Poder Público e com os animais não seriam diferente. Uma causa que sempre abracei e levantei essa bandeira em meu governo. Queremos dar auxílio, suporte e, além disso, criar uma base de dados para o desenvolvimento de perspectivas que atendam o interesse de todos. Estamos apostando toda as nossas fichas para fazer esse projeto dar certo, crescer e se desenvolver, resguardando os nossos queridos bichinhos da violência e maldade humana”, declarou.
Nos últimos seis anos, a administração atual tem se dedicado afinco na promoção da valorização e respeito à causa animal no município. Somente na legislação municipal, oito leis foram aprovadas por este motivo, resguardando a saúde e a vida dos indefesos.
Recentemente, o chefe do Executivo Municipal, lançou a unidade de saúde exclusiva para o atendimento e cuidado com os pets, o Hospital Veterinário Municipal (HVM), o Complexo Manchinha, localizado na Região Sul. O investimento na edificação do projeto é de aproximadamente R$ 4 milhões. O prazo para conclusão é de 18 a 24 meses, uma espaço de mais de quatro mil metros quadrados, onde 1.500 serão de áreas construídas, fruto de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado em parceria com o Ministério Público Estadual (MPE-MT), dealizado pela primeira-dama, Márcia Pinheiro, em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável (SMADESS) e a Diretoria de Bem-Estar Animal (DBEA). Dentre os serviços que serão disponibilizados estão consultas, cirurgias, avaliações, entre outros.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT
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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público
A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.
Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.
A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.
Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.
Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.
O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.
A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.
Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.
A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



