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Professora e técnicas da rede pública municipal de Educação de Cuiabá lançam livro infantil
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Em meio a campanha de conscientização contra o bullying, a equipe gestora do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Eng. Oscar Amélito, localizado no bairro Real Parque, lança na próxima quinta-feira (11), às 19h30, um livro infantil, no formato digital, sobre o tema. ‘Bullying no Pantanal’ narra a história de um triste episódio de bullying vivido pelo jacaré Poiô, no pantanal mato-grossense. Com a obra, as autoras procuram mostrar numa abordagem infantil a importância da conscientização e respeito às diferenças, uma vez que muitas crianças estão passando por situações semelhantes.
A diretora Denis Moraes conta que a equipe gestora da unidade educacional escreveu o livro ‘Bullying no Pantanal’ para trabalhar o tema de uma forma lúdica, na linguagem das infâncias. “A rede pública municipal de Cuiabá está desenvolvendo o Projeto “Sem Plateia Não Tem Bullying’, tendo como objetivo implementar ações buscando encontrar meios de combater o bullying nas unidades escolares com base no desenvolvimento de valores morais sólidos”, explicou Denis.
Com o livro, as autoras propõem um trabalho que tenha como foco a literatura infantil, visto que estes textos são capazes de criar situações oportunas para a discussão acerca de valores morais, sentimentos e atitudes necessárias para uma convivência saudável, pacífica e solidária.
Denis Moraes, Nilda Lopes e Simone Alves, incentivam a literatura infantil como uma prática que traz inúmeros benefícios aos leitores e quando estimulada desde a infância os impactos positivos podem ser muito maiores. Por meio das histórias, as crianças desenvolvem a concentração, memória, raciocínio e compreensão, estimulam a linguagem oral e ampliam a capacidade criativa e o poder de argumentação.
O livro será lançado nas plataformas das redes sociais Faceboock e Instagram.
As autoras
A técnica em Desenvolvimento Infantil (TDI) Denis Moraes é servidora efetiva da rede pública municipal de Educação de Cuiabá, e atualmente exerce a função de diretora do CMEI Eng. Oscar Amélito. Pós graduada em Ludopedagogia é escritora com uma obra já publicada, ‘Branca de Neve e as sete capivarinhas”.
Nilda Lopes é técnica de Manutenção em Infraestrutura – Auxiliar de Serviços Gerais (TMIE-ASG). Pós graduada em Gestão Pública, e líder comunitária. Concursada na rede pública municipal de Educação de Cuiabá, atua na função de secretária do CMEI Eng. Oscar Amélito.
Simone Alves é professora, pós graduada em Educação Infantil e Series Iniciais, concursada na rede pública municipal de Educação de Cuiabá e atua na função de coordenadora pedagógica do CMEI Eng. Oscar Amélito.
Serviço:
Lançamento do livro digital “Bullying no Pantanal”
Data: 11/05
Hora: 19h30
Local: Plataformas das redes sociais Facebook e Instagram
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas
A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.
Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.
“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.
A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.
A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.
A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.
Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.
“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.
A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



