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Sugestão de Pauta: Emanuel entrega Central Municipal de Serviços Funerários totalmente reformada
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O prefeito Emanuel Pinheiro entrega nesta terça-feira (09), às 9h, a nova sede da Central Municipal de Serviços Funerários “Cristiano Garcia”. Localizada na Rua Almeida Lara, no bairro Bandeirantes, a estrutura passou por uma reforma geral coordenada por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb).
O projeto de reforma foi elaborado pela própria Limpurb e englobou a execução de diversos serviços. Entre eles estão: recuperação da cobertura; readequação do espaço interno; reforma dos banheiros; climatização; modernização de todo sistema elétrico e de iluminação; substituição de portas, forro e mobiliário; pintura e instalação de uma nova fachada.
A sede da Central foi inaugurada no ano de 2001 e desde então não passou por nenhuma grande reforma. O local funciona 24 horas e, além da Prefeitura de Cuiabá, conta ainda com a prestação de serviços feitos por cartórios, pela Empresa Cuiabana Administradora de Cemitérios, e também pela administradora do cemitério Parque Bom Jesus.
SERVIÇO:
Assunto: Entrega da nova Central Municipal de Serviços Funerários “Cristiano Garcia”
Local: Rua Almeida Lara, 269 – Bandeirantes
Horário: 9h
Data: 09 de agosto, terça-feira
Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT
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Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas
A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.
Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.
“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.
A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.
A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.
A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.
Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.
“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.
A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



