CUIABÁ
Travessia de concreto no Quintas do Bandeiras II recebe serviços de implantação de aduelas, manilhas e terraplanagem
CUIABÁ
Com o intuito de garantir uma trafegabilidade segura e moderna, a gestão Emanuel Pinheiro não tem medido esforços para atender os desejos dos moradores da zona rural. Na semana passada, a Prefeitura de Cuiabá iniciou a construção da travessia de concreto do loteamento Quintas do Bandeira II e o trabalho segue em ritmo acelerado.
Neste momento, a nova estrutura passa pela etapa de implantação de aduelas, das manilhas e terraplanagem. Conforme o projeto elaborado e executado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas, a travessia possui 2,5 metros de altura, 3 metros de largura e 10 de extensão, garantindo a segurança necessária a todos os condutores que trafegam pelo local.
Para o vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa, essa é mais uma ação que demonstra o olhar atento que a gestão Emanuel Pinheiro tem em favor das regiões mais afastadas. De acordo com ele, por meio de um trabalho planejado, o Município tem conseguido levar investimentos para toda cidade.
“É preciso pensar em Cuiabá como um todo, desde ao centro até o campo, fazendo com que as famílias que lá vivem, tenham acesso à infraestrutura, iluminação, programas sociais e muitos outros. É que assim estamos honrando o nosso compromisso aqui no Quintas do Bandeira II e em outras comunidades da zona rural”, externa Stopa.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT
CUIABÁ
Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões
A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.
“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.
Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.
A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).
Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.
Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.
Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.
Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.
Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.
Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT


