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Vereadora Michelly participa do Tour Agroligadas e destaca protagonismo feminino no agro

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Débora Inácio | Assessoria da vereadora Michelly Alencar 
A vereadora Michelly Alencar (União) participou, ao lado de um grupo de 60 mulheres do movimento Agroligadas, de uma imersão no mundo do agronegócio durante três dias de agendas em Brasília, entre os dias 10 e 12 de novembro.
O evento integrou a 3ª edição do Tour Agroligadas, iniciativa que reúne mulheres de diversas áreas do agro para conhecer de perto pesquisas, tecnologias e práticas que fortalecem o setor em todo o país.
Logo no início das atividades, Michelly destacou a importância do evento e da presença feminina nos espaços de decisão e liderança do agro:
“Participar desse grupo de mulheres foi inspirador. É um aprendizado constante sobre o papel da tecnologia, da sustentabilidade e, principalmente, da força feminina no desenvolvimento do campo e do nosso país.”
A vereadora também ressaltou a relevância de aprofundar o conhecimento sobre o agronegócio brasileiro e a responsabilidade de valorizá-lo no cenário mundial:
“O Brasil é protagonista mundial na produção, especialmente no algodão, e precisa ser visto com mais credibilidade e respeito. O comportamento político deve refletir a grandeza do nosso agro, que é motivo de orgulho”, afirmou.
O movimento Agroligadas é formado por mulheres profissionais do agronegócio, produtoras rurais, jornalistas, empresárias, psicólogas e especialistas, que atuam em diferentes estados, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul e Roraima.
Para Geni Schenkel, presidente e fundadora do movimento. O movimento é importante no fortalecimento da conexão.
“Somos mulheres que falam sobre o agro para quem não o conhece. Nosso principal objetivo é conectar o campo e a cidade por meio da educação e da comunicação. Queremos aprender mais sobre o agronegócio, porque não é só aquele que vivemos, precisamos conhecer o agro do Brasil todo, e o Tour Agroligadas é exatamente para isso.”
Durante a imersão, o grupo participou de uma programação intensa que reuniu conhecimento técnico, visitas institucionais e trocas de experiências com lideranças do setor.
Entre os destaques da agenda, esteve a visita à Embrapa Cerrados, onde as participantes foram recepcionadas pelo chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia, Fábio Faleiro, que apresentou as principais soluções tecnológicas desenvolvidas pela unidade ao longo de seus 50 anos de história.
As Agroligadas também conheceram pesquisas voltadas à Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), conduzidas pelos pesquisadores Karina Pulrolnik e Lourival Vilela, que destacaram a importância da sustentabilidade, do manejo adequado do solo e do equilíbrio entre produção e preservação ambiental.
A programação do Tour Agroligadas em Brasília também incluiu: visita ao Congresso Nacional, com reunião na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR); encontro no Instituto Pensar Agro; visita técnica à Fazenda Pamplona; atividades na Vila Triacca; agenda na Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa); e reunião no Ministério da Agricultura, para dialogar sobre os avanços e desafios do setor.
A vereadora  Michelly  conclui, que o Tour Agroligadas reforça o papel essencial das mulheres na comunicação, inovação e liderança do agronegócio, promovendo conexões e ampliando a voz feminina em um dos setores mais importantes da economia do Estado e do País.
“Foi  uma oportunidade de aprendizado e inspiração, que nos faz enxergar o agro brasileiro em toda a sua grandiosidade e potencial transformador”, destacou a vereadora. 
Ações com o movimento Agroligadas
Em setembro, a vereadora Michelly Alencar participou, a convite do movimento Agroligadas, de uma agenda em Campo Verde (MT). Durante a visita à Fazenda Pirassununga, referência na produção de algodão no estado, a parlamentar acompanhou estudantes em uma atividade de campo e conheceu de perto todas as etapas da cadeia do algodão,  do plantio à indústria.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Audiência pública detalha revisão do contrato de água e esgoto e reforça atuação técnica da Cuiabá Regula

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A Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Cuiabá Regula) apresentou os resultados da segunda revisão ordinária do contrato de concessão dos serviços de água e esgotamento sanitário durante audiência pública realizada na Câmara Municipal de Cuiabá, na terça-feira (28). O encontro reuniu representantes do poder público, da concessionária, instituições técnicas e a sociedade civil para discutir ajustes contratuais, metas e impactos à população.

A audiência integra um processo mais amplo conduzido pela Prefeitura de Cuiabá, que tem como foco o equilíbrio contratual, a transparência e a participação social. Etapas anteriores incluíram consulta pública e debates técnicos com contribuições de instituições como a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Revisão contratual e impacto tarifário

A revisão ordinária, prevista em contrato e realizada a cada quatro anos, analisa possíveis desequilíbrios e a necessidade de ajustes para garantir a continuidade e a qualidade dos serviços. O processo atual considera o período de maio de 2019 a abril de 2023.

Segundo o diretor-presidente da agência, Alexandre César Lucas, a revisão envolve a reavaliação de todos os pontos do contrato, com análise dos argumentos apresentados tanto pela concessionária quanto pelo município. “É um momento de rediscussão do contrato, sempre buscando o menor impacto possível para o cidadão”, afirmou.

Para garantir isenção, a Cuiabá Regula contou com estudos independentes da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), responsável pela análise jurídica, econômica e financeira dos pleitos.

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Um dos principais pontos debatidos foi o possível impacto nas tarifas. A concessionária Águas Cuiabá apresentou pedidos que poderiam resultar em aumento significativo, com estimativas iniciais próximas de 30%.

No entanto, conforme explicou o diretor de Saneamento, Hemerson Leite, a análise técnica independente indicou um percentual substancialmente inferior. A decisão preliminar da agência fixou o índice em 0,32%, após revisão detalhada dos itens apresentados. Parte dos pleitos foi acolhida parcialmente, enquanto outros foram rejeitados ou seguem sob discussão judicial. O processo ainda está em fase recursal e pode sofrer ajustes.

Fiscalização, desafios e encaminhamentos

Durante a audiência, a agência também apresentou dados de fiscalização dos serviços. Entre junho de 2025 e janeiro de 2026, foram realizadas 919 vistorias, que resultaram em 288 relatórios e 204 notificações à concessionária.

A ouvidoria foi destacada como instrumento relevante, já que grande parte das FEmefiscalizações motivadas por reclamações da população resultou na identificação de irregularidades.

A audiência abordou ainda desafios estruturais, como a ampliação do atendimento em áreas irregulares. Atualmente, cerca de 120 bairros de Cuiabá ainda não contam com cobertura adequada de esgotamento sanitário. Também foram discutidos critérios de medição das metas contratuais, incluindo a necessidade de atualização de indicadores utilizados para calcular a cobertura dos serviços.

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Representantes da Águas Cuiabá apresentaram dados de investimentos realizados na cidade desde 2017, com expansão das redes de água e esgoto e execução de obras estruturantes. Entre os pontos levantados no debate estão intervenções urbanas decorrentes das obras, como a recomposição asfáltica, tema recorrente nas manifestações de moradores e parlamentares. A agência esclareceu que a avaliação técnica da pavimentação é atribuição da Secretaria Municipal de Obras, cabendo à reguladora atuar com base em relatórios técnicos.

As contribuições apresentadas durante a audiência, incluindo manifestações de representantes institucionais, parlamentares e cidadãos, serão consideradas na análise final.

A revisão ordinária segue para apreciação do Conselho de Saneamento e, posteriormente, para deliberação da diretoria da Cuiabá Regula, responsável pela decisão final.

O processo reforça o papel da regulação na busca por equilíbrio contratual, transparência e proteção do interesse público, ao mesmo tempo em que evidencia desafios para a ampliação e a melhoria dos serviços de saneamento na capital.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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