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Brasil conquista ouro triplo na Copa do Mundo de Ginástica Rítmica e reforça preparação para Mundial no Rio
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A pouco menos de três meses do Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica, que será realizado no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira de Conjunto alcançou um feito inédito, conquistou três medalhas de ouro na etapa da Copa do Mundo em Portimão, Portugal. A sequência de vitórias reforça o bom momento da equipe, resultado de um trabalho que conta com apoio contínuo do Ministério do Esporte.
Nesta segunda-feira (12), foi publicado no Diário Oficial da União o termo de fomento com a liberação da quarta parcela de R$ 500 mil destinada ao investimento no Mundial de 2025.
Desde 2012, a ginástica brasileira conta com apoio do Governo Federal, que já destinou aproximadamente R$ 17,2 milhões à modalidade. Os recursos têm sido aplicados na aquisição de aparelhos oficiais de ginástica artística, trampolim e rítmica, além de viabilizar o treinamento de atletas em níveis nacional e estadual e a realização de competições, como Jogos Mundiais e campeonatos internacionais.
A secretária nacional de Excelência Esportiva, Iziane Marques, falou sobre os anos de parceria consolidada entre o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Ginástica. “O MEsp, ao longo dos anos, apoia a ginástica no Brasil e em eventos internacionais. Hoje, temos ainda toda a preparação da ginástica rítmica, feita e financiada também pelo ministério. Esses resultados vêm sendo construídos, e neste ano vamos sediar um campeonato mundial no Brasil. Esse aporte é custeado pela pasta, para auxiliar essas meninas no centro de treinamento em Aracaju, para que elas cheguem à competição e consigam lutar por uma medalha de ouro no nosso país”, disse Iziane.
De acordo com os últimos editais do Bolsa Atleta e Bolsa Atleta Pódio, 219 atletas da ginástica são contemplados com o benefício do governo, desses 115 são específicos da Ginástica Rítmica.
Os investimentos também englobam a construção e reforma do Centro Nacional de Treinamento de Ginástica Rítmica, em Aracaju (SE), sede dos treinos da seleção brasileira de conjunto. O complexo possui dois ginásios interligados, um para ginástica artística e outro para rítmica, ambos climatizados, com salas de tratamento, espaços administrativos e estrutura de alto rendimento. Parte dos recursos também foi destinada à preparação das seleções de ginástica rítmica, nas categorias conjunto e individual, com foco nos Jogos Olímpicos Rio 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024.
Mundial de Ginástica
Entre os dias 20 e 24 de agosto de 2025, o Rio de Janeiro se tornará a capital mundial da ginástica rítmica ao sediar a 41ª edição do Campeonato Mundial da modalidade. Será a primeira vez que o evento acontecerá na América do Sul. A competição será realizada na Arena Carioca 1, sob gestão do Ministério do Esporte, e reunirá atletas de mais de 70 países em apresentações que mesclam força, flexibilidade, equilíbrio e arte.
Para o presidente da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Henrique Motta, o evento representa um marco histórico. “Receber o Mundial de Ginástica Rítmica no Brasil é uma conquista histórica para a modalidade e uma oportunidade de mostrar ao mundo a força e o profissionalismo da ginástica brasileira. Trabalhamos com responsabilidade e visão de futuro para garantir um legado esportivo, social e institucional que permanecerá muito além dos dias de competição.”
Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte
Fonte: Ministério do Esporte
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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.
A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.
Sobrevivência e Estratégia
A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.
O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.
Drama Local e Pódio Inédito
A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.
Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.
Feitos Históricos no Pelotão Intermediário
A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.
Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
- Kimi Antonelli (Mercedes)
- Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
- Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
- Oscar Piastri (McLaren) +24s261
- Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
- Pierre Gasly (Alpine) +30s369
- Alexander Albon (Williams) +33s413
- Esteban Ocon (Haas) +37s140
- Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
- Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
- Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
- George Russell (Mercedes) +43s353
- Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
- Franco Colapinto (Alpine) +48s964
Fonte: Esportes
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