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Vitória Miranda conquista títulos em simples e duplas no Roland Garros de tênis em cadeira de rodas

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A tenista mineira Vitória Miranda brilhou nesta sexta-feira (6) ao garantir dois títulos no torneio de Roland Garros, disputado em Paris, tanto na categoria simples quanto nas duplas. A atleta repetiu o feito alcançado no Aberto da Austrália, onde também conquistou os dois troféus. Vitória é bolsista do programa Bolsa Atleta do Governo Federal, na categoria Internacional. 

Líder do ranking mundial juvenil, Vitória superou novamente a norte-americana Sabina Czauz, sua adversária na final individual, em uma reedição da decisão australiana. Assim como no torneio anterior, a brasileira levou a melhor e venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2.

Nas duplas, Vitória atuou ao lado da belga Luna Gryp, sua parceira campeã também na Austrália. A dupla enfrentou Czauz, que formou parceria com a sueca Emma Gjerseth. Com uma atuação consistente, a brasileira e a belga confirmaram o favoritismo e triunfaram novamente por 2 sets a 0, repetindo as parciais de 6/3 e 6/2.

Com esses resultados, Vitória se aproxima da conquista do Grand Slam, título concedido a quem vence os quatro principais torneios do circuito de tênis em cadeira de rodas: Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open.

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Outro representante brasileiro em Paris foi o também mineiro Luiz Calixto. Ele não teve o mesmo desempenho e acabou derrotado nas duas categorias. No torneio individual, caiu diante do austríaco Maximilian Taucher, por 2 sets a 0 (3/6 e 0/6). Já nas duplas, atuando com o belga Alexander Lantermann, foi superado pela dupla formada por Charlie Cooper (EUA) e Maximilian Taucher (Áustria), também por 2 sets a 0 (4/6 e 0/6).

 Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte, com informações do CPB 

Fonte: Ministério do Esporte

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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