MATO GROSSO
Ações da Lei Seca resultam na prisão de 59 condutores por embriaguez ao volante no feriadão de Carnaval
MATO GROSSO
As ações da Operação Lei Seca realizadas no período do Carnaval resultaram na prisão de 59 condutores por embriaguez ao volante. As ações foram realizadas no feriado prolongado em seis municípios de Mato Grosso.
O balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), mostrou que foram fiscalizados 1.250 veículos e realizados 1.469 testes de alcoolemia, que geraram 632 autos de Infração de Trânsito (AIT).
Dentre as autuações de trânsito, estão 118 por conduzir veículo sob efeito de álcool e 71 por recusar passar pelo exame. Ao todo, 285 veículos foram removidos.
A operação registrou uma detenção por ocultação de sinais identificadores de veículos e outra por receptação, além da apreensão de uma arma.
As operações foram realizadas em Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Cáceres, Alta Floresta e Tangará da Serra entre sexta-feira (14/2) e domingo (17/2).
No interior, a Lei Seca é desenvolvida pelo GGI em parceria com as prefeituras e com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Uso de Inteligência Artificial no Judiciário é tema de pesquisa nacional do CNJ
Com o avanço das tecnologias digitais e o crescimento do uso de ferramentas baseadas em Inteligência Artificial, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou a segunda edição da Pesquisa Sobre Inteligência Artificial Generativa no Judiciário, voltada a magistrados(as) e servidores(as) de todo o país.
A proposta é mapear como essas tecnologias estão sendo utilizadas nas rotinas de trabalho, identificando benefícios, desafios e oportunidades de aprimoramento. A pesquisa também busca subsidiar a evolução da Resolução CNJ n. 615/2024, que trata do uso responsável da IA no âmbito do Poder Judiciário.
De acordo com o CNJ, compreender o uso real da Inteligência Artificial nas unidades judiciais é fundamental para o desenvolvimento de políticas públicas mais assertivas, que incentivem a inovação sem abrir mão da segurança jurídica e da proteção de dados.
A participação é voluntária, anônima e rápida, com duração estimada entre 5 e 10 minutos. O prazo para envio das respostas é até o dia 8 de maio.
O levantamento é conduzido pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ), que ficará responsável pela análise dos dados e pela elaboração de relatórios que poderão orientar futuras decisões institucionais.
Participe pelo link: https://formularios.cnj.jus.br/inteligencia-artificial-generativa-2026
Mais informações pelo e-mail [email protected].
Autor: Ana Assumpção
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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