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Ações de segurança da informação do TJMT ajudam na prevenção de golpes

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) tem reforçado suas ações para proteger a população de tentativas de golpes com uso do nome do Judiciário. O trabalho tem como foco a prevenção, monitoramento constante e orientação clara ao cidadão, reduzindo os riscos e inibindo esse tipo de prática.

Conduzidas pelo setor de Segurança da Informação do TJMT, as medidas alcançam tanto servidores quanto o público externo, dificultando a atuação de golpistas. O objetivo é aumentar a capacidade de resposta diante das tentativas de golpe e evitar prejuízos financeiros e também emocionais.

“Nosso trabalho inclui o aprimoramento de controles tecnológicos, processos internos e iniciativas educativas voltadas aos servidores e à população, com foco na redução de riscos e na prevenção de golpes e fraudes”, explica Fellipe Ribeiro Silva Abib, assessor do setor de Segurança da Informação do TJMT.

Quando há indícios de incidentes de segurança, o TJMT também atua de forma integrada com os órgãos de segurança pública. “O Judiciário de Mato Grosso colabora dentro de suas atribuições institucionais, fornecendo subsídios técnicos que auxiliem as investigações”, completa Fellipe.

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Para o cidadão, a primeira forma de proteção é a atenção aos sinais de alerta. Mensagens que geram senso de urgência, utilizam linguagem informal ou pressionam o cidadão a realizar pagamentos imediatos são fortes indícios de tentativa de golpe.

Outro ponto de atenção é o pedido de transferência via PIX, o envio de boletos ou solicitações para clicar em links externos. As comunicações processuais ocorrem, principalmente, via sistema processual eletrônico (PJe) ou por intimações formais realizadas por oficiais de justiça devidamente identificados.

“O TJMT não realiza comunicações processuais, cobranças ou solicitações de pagamento por meio de mensagens informais, nem solicita que o cidadão clique em links que leva para outros sites para tratar de processos ou valores”, pontua o assessor do setor de Segurança da Informação.

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Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Parcelamento irregular do solo rural será debatido em audiência

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O avanço de empreendimentos imobiliários em áreas rurais, sob a forma de chácaras e sítios de recreio, será tema de audiência pública promovida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) na próxima quarta-feira (29), em Cuiabá. A iniciativa busca ampliar o debate sobre os impactos ambientais, urbanísticos e sociais decorrentes do parcelamento do solo rural para fins tipicamente urbanos, prática que tem se intensificado nos últimos anos.Embora localizados em zona rural, muitos desses empreendimentos apresentam características próprias de áreas urbanas, como adensamento populacional, abertura de vias, supressão vegetal e demanda por serviços públicos. Esse modelo de ocupação, além de afrontar a legislação urbanística e ambiental, tem contribuído para o desordenamento territorial, a degradação ambiental e a criação de núcleos urbanos sem planejamento adequado.A audiência pública é coordenada pelo Núcleo de Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística da Capital e tem como principal objetivo promover a escuta da sociedade, além de reunir órgãos públicos, especialistas e interessados para discutir soluções que garantam o desenvolvimento territorial responsável, o respeito ao meio ambiente e a observância das normas legais.O debate ganha ainda mais relevância diante das recentes medidas adotadas pelo Ministério Público. O MPMT encaminhou, nos últimos meses, notificações recomendatórias à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e ao Município de Cuiabá, orientando para que haja maior rigor na análise, no licenciamento e na autorização desses empreendimentos. O alerta do órgão ministerial é claro: o problema não se limita à Capital, mas se repete em diversas regiões do Estado, exigindo atuação articulada e consistente do poder público.Entre os pontos centrais da discussão estão a observância da fração mínima de parcelamento do solo rural, a preservação das Áreas de Reserva Legal e das Áreas de Preservação Permanente, além do respeito ao Plano Diretor e às normas constitucionais que vedam a urbanização irregular de áreas rurais. A flexibilização indevida dessas regras, segundo o Ministério Público, pode gerar danos ambientais irreversíveis e aprofundar distorções no processo de expansão urbana.A audiência pública será realizada a partir das 9h, no Auditório da Sede das Promotorias de Justiça da Capital, em Cuiabá, com participação exclusivamente presencial e aberta a toda a sociedade. Os trabalhos serão conduzidos pelo promotor de Justiça Carlos Eduardo Silva, da 29ª Promotoria de Justiça de Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística, com a presença de membros do Núcleo Ambiental do MPMT.Além da participação no dia do evento, cidadãos, entidades e instituições poderão encaminhar manifestações por escrito, com sugestões, críticas ou informações relevantes para o debate. As contribuições devem ser enviadas até o dia 20 de abril de 2026, em formato PDF, para o e-mail [email protected].As manifestações apresentadas terão caráter consultivo e serão registradas em ata, servindo de subsídio para futuras providências do Ministério Público. A expectativa é que a audiência pública contribua para ampliar a transparência, fortalecer o controle social e estimular a construção de soluções que conciliem crescimento econômico, planejamento urbano e proteção ambiental.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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