MATO GROSSO
Alunos de escolas estaduais participam de evento que ensina ciência de forma divertida
MATO GROSSO
O espetáculo reúne um conjunto de atividades ligadas à ciência que mostra aspectos curiosos, divertidos, inesperados e surpreendentes, capazes de capturar a atenção dos espectadores. O show ainda possui um pouco de arte, mágica e cultura apresentadas por um grupo de atores que veio a Mato Grosso especialmente para as apresentações.
O uso da plataforma digital de prática científica do Ciência em Show pela Seduc começou em 2022 e atende diretamente mais de 156 mil estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental da Rede Estadual de Ensino, além de 1.407 professores que ministram suas aulas na disciplina de Ciências por meio dessa tecnologia.
O secretário-adjunto Executivo de Educação, Amauri Monge Fernandes, participou da abertura em Barra do Garças e destacou que essa foi mais uma novidade tecnológica adotada pelo Estado para a rede pública. “As sensações proporcionadas em cada aula facilitam a compreensão de conceitos relacionados à física, eletricidade, mecânica e astronomia, principalmente”, disse.
Na avaliação da diretora regional de Educação do polo Barra do Garças, Silvia Figueiredo de Souza, o sucesso do Ciência em Show pode ser sentido em sala de aula. “Nossos professores receberam formação para uso da plataforma e, por meio dela, ensinam ciências de forma prática e divertida”.
Quem comprova esse resultado é Anna Rafaella, do 7° ano da Escola Estadual Professora Maria de Lourdes Hora Moraes. Ela esteve entre os mais de 800 estudantes que participaram do evento em Barra do Garças. “Vivenciamos aqui uma forma divertida de aprender sobre ciência e tecnologia”, disse.
Para Emulou Maura, que cursa o 8° ano na Escola Estadual Militar BM Dom Pedro II, além de proporcionar interação entre estudantes, o Ciência em Show mostra que é possível aprender de forma divertida e prática. “Estou feliz com o resultado que obtive em sala de aula e hoje, nesse show”.
“Quando preparamos nossos estudantes para o universo da tecnologia e o quanto antes os incentivamos, melhor será conduzido o protagonismo profissional na vida de cada um deles”, finalizou Amauri, ao comemorar o sucesso do primeiro dos quatro dias de evento programados para Mato Grosso.
Ciência em Show!
O Grupo Ciência em Show existe há 20 anos. Por meio de sua plataforma digital, leva a ciência de forma prática para estudantes de escolas públicas. Além de eventos in loco, oferta materiais didáticos exclusivos e divertidos para o educador aplicar na sua aula de Ciências, proporcionando vivências e experiências práticas.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades
Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.
Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.
Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.
“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.
Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.
Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.
Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.
É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.
O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.
Fonte: Governo MT – MT
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