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Assaltante de bancos mais perigoso do país é morto em confronto com a Polícia Militar em Confresa

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Três membros de uma quadrilha especializada em assaltos a bancos foram mortos em confronto com a Polícia Militar, no início da tarde desta segunda-feira (20.1), em Confresa. A ação ocorreu no âmbito da Operação Tolerância Zero de combate às facções e demais grupos criminosos.

Entre os suspeitos mortos, está Antônio Edilson Pessoa Galdino, de 40 anos, conhecido como um dos maiores assaltantes de agências bancárias do país. Ele era procurado pelos crimes, desde 2008, nos Estados da Bahia, Paraíba, Minas Gerais e Pará.

Os outros criminosos foram identificados como Frederico Bandeira Alencar, que era procurado por homicídio, e Marcos Deley Soares Pereira, que também tinha mandado de prisão por tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Marcos Deley também é considerado um dos maiores traficantes de maconha do país.

A ação foi um trabalho conjunto das inteligências da Polícia Militar de Mato Grosso, Polícia Militar da Bahia e Polícia Federal, que apontaram que uma quadrilha especializada em roubos a bancos estaria em Confresa. Após três dias de busca, os policias militares conseguiram localizar os suspeitos em uma chácara do município.

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“O 10º Comando Regional conseguiu localizar e interceptar esses criminosos, que entraram em confronto com nossas forças policiais. A Polícia Militar de Mato Grosso está empenhada em dar uma resposta firme e forte de cumprir a missão do programa Tolerância Zero, para combater as ações criminosas em Confresa”, destacou o comandante do 10º Comando Regional, tenente-coronel Roosevelth Fabiano Oliveira Escolástico.

Quando as equipes se aproximaram para realizar a abordagem, os três suspeitos efetuaram os disparos. Os policiais revidaram, e houve troca de tiros. Eles foram alvejados e levados para o hospital, mas não resistiram e vieram a óbito.

Os policiais seguem na chácara para localizar outros possíveis comparsas da quadrilha. A Polícia Civil auxilia nas investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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