MATO GROSSO
Biblioteca Estadual Estevão de Mendonça está fechada ao público para restauração do Palácio da Instrução
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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) vai restaurar o Palácio da Instrução, um dos mais imponentes prédios históricos de Mato Grosso, que está localizado no centro de Cuiabá. A edificação abriga atualmente a Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça, que ficará fechada para atendimento ao público até março de 2025, devido aos serviços de conservação e manutenção no local.
Inaugurado em agosto de 1914, o Palácio da Instrução funcionou durante 57 anos como instituição de ensino. O prédio centenário de estilo neoclássico foi construído com tijolos queimados e amarrados sobre base de pedras cangas e cristal, e é tombado como Patrimônio Histórico e Cultural.
De acordo com o secretário adjunto de Cultura, Jan Moura, os serviços executados na edificação têm como objetivo proteger e aprimorar o edifício histórico.
“Com a restauração do Palácio da Instrução, vamos também propiciar um espaço adequado à maior biblioteca pública do Estado. Os serviços incluem melhorias das instalações elétricas e sanitárias, e da climatização dos ambientes. Tudo será feito com análise minuciosa e procedimentos que visam preservar o máximo possível das características originais do local”, explica o secretário adjunto.
Durante o período da manutenção do prédio, os setores da Biblioteca Pública Estadual realizam os serviços internamente. Dentre as atividades a serem desenvolvidas estão a Biblioteca Itinerante, empréstimo de livros com pedido digital, e atendimento de solicitações específicas sobre o acervo. Mais informações sobre os serviços serão divulgadas em breve.
Serviço | Fechamento da Biblioteca Estadual Estevão de Mendonça
Período: até março de 2025
Dúvidas e informações: [email protected]
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Júri de filho de ex-deputado é redesignado para o dia 21 de julho
A 1ª Vara Criminal de Cuiabá acolheu pedido da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital e determinou, nesta segunda-feira (6), o levantamento integral do sigilo processual da ação penal que apura as mortes de Thays Machado e Willian Cesar Moreno. O requerimento foi protocolado em 2 de julho pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos. Na decisão, a magistrada reconheceu a regra geral de publicidade da sessão plenária, autorizando a presença do público no julgamento. Inicialmente marcado para esta terça-feira (7), o julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi redesignado pela Justiça para o dia 21 de julho de 2026, às 9h, após pedido da defesa relacionado ao acesso a materiais produzidos durante a investigação. Filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra, Carlos Alberto Gomes Bezerra é réu confesso e está preso. Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado à inconformidade com o fim do relacionamento amoroso, mediante extrema violência e em circunstâncias que impossibilitaram qualquer reação da vítima.Para o MPMT, a conduta demonstrou elevado grau de crueldade, uma vez que os disparos foram efetuados em plena luz do dia, em área urbana com intensa circulação de pessoas, utilizando uma pistola semiautomática.O MPMT sustenta ainda que o crime ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero. Segundo a denúncia, o acusado se valeu da condição de ex-companheiro da vítima e de sua superioridade física para exercer controle e violência contra Thays Machado, evidenciando menosprezo à condição feminina da vítima e enquadrando o caso nas hipóteses legais de feminicídio.Em relação à morte de Willian Cesar Moreno, o Ministério Público denunciou o acusado por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Conforme a acusação, a ação foi premeditada e executada de forma a surpreender o casal, impedindo qualquer possibilidade efetiva de reação ou fuga diante dos disparos efetuados pelo acusado.Ao analisar o pedido, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira entendeu que não há, neste momento, risco concreto à intimidade das vítimas ou de terceiros que justifique a manutenção do segredo de Justiça. A magistrada destacou ainda que a publicidade dos atos processuais constitui regra constitucional e que o próprio Ministério Público, após diálogo com os familiares das vítimas, manifestou-se favoravelmente à abertura da sessão. Apesar do levantamento do sigilo, a decisão estabelece restrições para a cobertura do julgamento. A cobertura televisiva da sessão ficará limitada à assessoria de imprensa oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sendo vedado o acesso ao plenário de equipes de emissoras e demais veículos de comunicação. Também permanece proibida a captação e divulgação de imagens que permitam a identificação do réu e dos jurados. O acesso do público em geral, contudo, está autorizado.
Fonte: Ministério Público MT – MT


