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Bombeiros retiram vítima presa às ferragens após acidente na Serra do Mangaval

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na tarde de segunda-feira (25.2), o desencarceramento de uma vítima que ficou presa às ferragens de uma carreta após um acidente na BR-070, na Serra do Mangaval, em Cáceres (a 218 km de Cuiabá).

A equipe da 2ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (2ª CIBM) foi acionada por volta das 15h para atender uma ocorrência de acidente de trânsito e duas viaturas foram enviadas para o atendimento. De acordo com as informações repassadas, o condutor perdeu o controle da direção da carreta, que tombou, deixando a vítima presa às ferragens.

No local, os bombeiros militares encontraram a carreta tombada em um barranco às margens da rodovia, com o condutor consciente e orientado, porém preso dentro do veículo. Para realizar o desencarceramento, foi necessária a participação de quatro militares. A operação envolveu a remoção da porta do veículo para garantir a retirada segura da vítima.

Após o resgate, foi constatado que o condutor apresentava fraturas na pelve, além de escoriações na face e no dorso. A vítima foi estabilizada no local e, em seguida, encaminhada para o Hospital Regional de Cáceres.

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Veja o atendimento dos bombeiros nesta ocorrência

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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