MATO GROSSO
Busca de ramais do TodoJud agiliza atendimento e comunicação com as unidades judiciais
MATO GROSSO
A comunicação entre os operadores do Direito e as unidades do Poder Judiciário de Mato Grosso ficou mais rápida e eficiente com o diretório de Ramais disponível no TodoJud. O aplicativo reúne, em um só lugar, os telefones de secretarias, gabinetes, setores administrativos e demais unidades judiciais, facilitando o contato direto para esclarecimento de dúvidas, alinhamento de informações processuais e resolução de demandas urgentes.
Contato direto – O recurso também permite acionar a chamada telefônica diretamente dentro do TodoJud, sem precisar copiar números ou alternar entre aplicativos. A experiência é contínua, simples e eficiente, beneficiando advogados, servidores e cidadãos que dependem de informações rápidas para dar andamento às suas atividades.
Confira:
Ícone da Funcionalidade:

Passo 1: localize a funcionalidade “Ramais” no menu de serviços

Passo 2: localize o setor ou comarca desejada e clique no card.

Passo 3: o TodoJud te mostrará os dados da localidade pesquisada. Caso deseje ligar, basta clicar no número do telefone exibido na tela.

Como baixar o TodoJud?
O aplicativo está disponível gratuitamente para todos os usuários. Para instalar:
📱 Google Play (Android):
https://play.google.com/store/apps/details?id=br.jus.tjmt.todojud
📱 Apple Store (iOS):
https://apps.apple.com/br/app/todojud/id1634034593
Ou, se preferir, abra a loja de aplicativos do seu celular, digite “TodoJud”, e selecione o ícone oficial do aplicativo.
Baixe agora mesmo e tenha acesso rápido às principais funcionalidades do Judiciário.
Suporte ao usuário – Para orientações, dúvidas ou auxílio técnico, o TJMT disponibiliza atendimento pelo telefone: (65) 3617-3900
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Autor: Talita Ormond
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]


