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Campanha do Agasalho: Justiça Comunitária de Várzea Grande entrega doações para famílias carentes

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A Justiça Comunitária da Comarca de Várzea Grande, braço social do Poder Judiciário de Mato Grosso, está arrecadando até o dia 30 de junho roupas, cobertores, edredons, calçados e meias para doação. Os itens arrecadados foram entregues para famílias carentes antes mesmo da chegada das baixas temperaturas. Várias famílias já receberam cobertores, roupas e alimentos.
 
Com o frio a espreita durante essa época do ano, é essencial a colaboração da população para continuar levando ajuda às famílias necessitadas. “A campanha foi idealizada visando minimizar os impactos do inverno”, conta o juiz Luis Otávio Pereira Marques, coordenador da campanha.
 
A gestora da campanha, Rebeka de Souza Nascimento, participou da entrega das doações e se emociona ao contar sobre o impacto da ação. “O coração quase não aguenta presenciar tantas necessidades das famílias!”
 
A gestora reforça que apesar da grande quantidade de cobertores e roupas recebidos pelo programa, ainda não é o suficiente para suprir a demanda de famílias que precisam de ajuda para se aquecer nos dias frios. “O que não falta é família com necessidade extrema. Precisamos de cestas básicas. Nós estamos ajudando as famílias com agasalhos, mas elas não têm comida”
 
A Justiça Comunitária precisa de alimentos e peças adulto e infantil de agasalhos, roupas de frio diversas, cobertores e edredons em boas condições.
 
Você pode realizar a sua doação diretamente na Justiça Comunitária, no Fórum de Várzea Grande, no andar térreo.
 
O Fórum fica localizado na Avenida Chapéu do Sol – Guarita II, Várzea Grande.
 
Mais informações: (65) 3688-8463.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Novas leis reforçam rede de proteção às mulheres em Sapezal

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A Promotoria de Justiça de Sapezal (500 km de Cuiabá) comemorou a sanção de duas leis municipais voltadas à proteção, ao acolhimento e à promoção dos direitos das mulheres. As novas normas representam um importante avanço nas políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero e reforçam o compromisso do município com a construção de uma rede de proteção cada vez mais efetiva.
Em comemoração ao Agosto Lilás e aos 20 (vinte) anos da Lei Maria da Penha, as leis foram sancionadas na sexta-feira (28) e são resultado da atuação conjunta da Rede Municipal de Proteção à Mulher, formada por instituições e profissionais que trabalham na promoção dos direitos femininos e no combate à violência contra as mulheres.
Uma das normas institui o Organismo de Políticas Públicas para Mulheres (OPM), estrutura que terá a missão de fortalecer a formulação, a coordenação e a execução de ações voltadas às mulheres de Sapezal. A iniciativa busca ampliar a integração entre os diversos órgãos públicos e garantir maior efetividade às políticas de promoção da igualdade de gênero, proteção e cidadania.
A segunda lei estabelece medidas de auxílio e proteção a mulheres em situação de risco ou vítimas de assédio em estabelecimentos comerciais do município. A proposta prevê mecanismos de acolhimento, respeito, empatia e apoio, contribuindo para que mulheres que enfrentem situações de violência ou constrangimento possam receber assistência de forma rápida e segura.
Para a Promotoria de Justiça, a aprovação do pacote legislativo representa um marco histórico para o município e demonstra o compromisso das instituições locais com a prevenção da violência e a defesa dos direitos das mulheres. As novas normas ampliam os instrumentos de proteção disponíveis e fortalecem a atuação integrada da rede de atendimento.
O fortalecimento dessas iniciativas é especialmente relevante diante do cenário estadual, onde Mato Grosso ocupa o primeiro lugar em feminicídios. Dados do Observatório Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso, apontam que até 30 de junho de 2025 foram registrados 28 feminicídios no estado, sendo que mais de 70% dos crimes ocorreram dentro das residências das vítimas.
Os levantamentos também mostram que, na maioria dos casos, os autores mantinham ou mantiveram relacionamento afetivo com as mulheres assassinadas, evidenciando que a violência doméstica continua sendo uma das principais ameaças à vida das mulheres mato-grossenses.
Diante dessa realidade, a criação e o fortalecimento de políticas públicas municipais voltadas à prevenção, acolhimento e proteção das vítimas tornam-se ferramentas fundamentais para enfrentar a violência de gênero e promover uma cultura de respeito e garantia dos direitos das mulheres.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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