MATO GROSSO
Campanha Justiça Segura do TJMT orienta população contra golpe do Pix
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O Poder Judiciário de Mato Grosso segue com a campanha Justiça Segura – Não Caia no Golpe, que tem como objetivo orientar a sociedade sobre os principais crimes digitais e as formas de prevenção. Desta vez, o alerta é para o golpe do Pix, uma fraude que tem feito inúmeras vítimas em todo o país.
Embora o Pix tenha trazido agilidade e praticidade para o dia a dia, criminosos passaram a explorar a ferramenta em diferentes modalidades de golpe. O mecanismo é sempre o mesmo: convencer a vítima a realizar uma transferência para a conta de um golpista.
Entre as estratégias mais comuns utilizadas estão:
– Falso sequestro ou emergência envolvendo familiares;
– Envio de comprovante falso de pagamento para enganar vendedores;
– Pedidos de dinheiro feitos por contatos clonados ou números desconhecidos;
– Promoções e investimentos inexistentes;
– Mensagens com links maliciosos que instalam vírus e roubam dados bancários.
A orientação é redobrar a atenção antes de realizar qualquer transferência. Sempre confirme a veracidade da solicitação com a pessoa envolvida e desconfie de situações de urgência ou ofertas “imperdíveis”.
A campanha Justiça Segura – Não caia no Golpe tem o objetivo de informar e auxiliar na prevenção de fraudes digitais, bem como na conscientização da sociedade, para que todos possam se proteger contra golpes e crimes virtuais.
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Autor: Dani Cunha
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



