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Comando da UCMMAT

Com chapa única, Bruno Rios comandará UCMMAT por mais dois anos

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MATO GROSSO

O presidente da União das Câmaras Municipais do Estado de Mato Grosso (UCMMAT), vereador por Várzea Grande, Bruno Rios (PSB) será reconduzido ao comando da entidade por mais dois anos. O fato se confirmou nesta quarta-feira (1), após às 17 horas, prazo final para registro das chapas, onde só a chapa encabeçada pelo parlamentar registrou a intenção de disputa.

“Acredito que o fato de termos uma chapa única na UCMMAT é reflexo do nosso trabalho junto as quase 80 Câmara de Vereadores associadas, pela nossa transparência e nas ações de aproximação da nossa União com outros Poderes, ressaltando esse estreitamento junto ao Governo do Estado, Assembleia Legislativa e Tribunal de Contas”, destacou Bruno Rios.

O presidente da UCMMAT lembrou da criação da sala do vereador dentro da Assembleia Legislativa e de um veículo cedido em parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE) para atender os vereadores, especialmente, os do interior do Estado. Além de outras atividades de qualificação dos parlamentares, com a realização de cursos, em parceria com o TCE.

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Na nova formação da chapa, Bruno Rios destacou a participação de novos integrantes na formação da nova gestão, como os vereadores Ranielli Lima (Diamantino); Milleid Tosta (Indiavaí), que será a primeira vice-presidente da chapa; Rodrigo de Arruda e Sá (Cuiabá) e Gisa Barros (Várzea Grande). A aclamação da chapa acontecerá no dia 1º de março (quarta-feira).

Fonte: UCMMAT

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Réu é condenado a 28 anos por homicídio e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Nova Mutum condenou Bruno Feitoza da Silva pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e participação em organização criminosa, na última sexta-feira (11). A pena foi fixada em 28 anos, sete meses e 18 dias de reclusão, além do pagamento de 20 dias-multa, em regime inicial fechado. O réu não poderá recorrer da sentença em liberdade. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade dos crimes, a autoria e as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Bruno Feitoza da Silva integrava uma organização criminosa estruturada e com divisão de tarefas, voltada à obtenção de vantagens por meio da prática de delitos. Em janeiro de 2025, ele e outros envolvidos ainda não identificados participaram do homicídio de Laercio Aquino Pereira da Silva. O crime ocorreu em uma estrada de acesso à área de descarte de recicláveis do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Nova Mutum. A vítima foi executada com diversos disparos de arma de fogo. Conforme apurado durante as investigações, o homicídio teve como motivação a atuação da organização criminosa, circunstância que caracterizou o motivo torpe. Também ficou comprovado que o crime foi cometido mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, levada a um local ermo e executada por agentes em superioridade numérica.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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